Cabelos pretos ao vento

Se depender do senador baiano Jaques Wagner, um dos líderes do PT e profundo conhecedor das forças esquerdistas nacionais há décadas, o vigor físico será condição fundamental para enfrentar, e afastar, o capitão Bolsonaro do Palácio do Planalto em 2022. Em entrevista, reforça o argumento de que novas lideranças – ainda sem cabelos brancos – devem ter a chance do protagonismo da disputa, aposentando os líderes mais velhos de acirradas campanhas. Incluindo Lula. A função que lhes cabe, agora, seria a de valiosos conselheiros políticos. Aquecem-se o maranhense Flávio Dino, o baiano Rui Costa, o cearense Ciro Gomes, o paulista Guilherme Boulos, a gaúcha Manuela D’Ávila, e demais “novinhos”.

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