Uma barbárie racista e os oportunistas de plantão (I)

A brutal violência no assassinato do homem negro Beto Freitas foi de uma crueldade desumana. As cenas foram um tapa na cara de uma sociedade que trata os negros com doses muito maiores de intolerância e desconfiança, e aceita o gatilho mais frouxo da violência sempre pronto para disparar contra eles por motivos os mais fúteis. Isso se chama racismo. Autoridades, imprensa, intelectuais, artistas logo se aproveitaram da janela de visibilidade do ato de selvageria e tiraram do armário sua fantasia antirracista. Santa hipocrisia! Narrativas ao vento para um racismo endêmico. Sem priorizar e buscar soluções para valorizar e soerguer das ruínas a Educação no Brasil, única capaz de formar uma sociedade pluralista e justa, podemos esperar mais barbáries não só contra os negros, mas também contra as minorias ainda excluídas.   

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