Bolsonaro precisa lembrar que 2022 vem depois de 2021

A convicção no topo do mercado financeiro é que muitas das condições econômicas do próximo ano já estão dadas, e o cenário é acabrunhador. Haverá juros mais altos, o déficit público fora de controle e inflação – ah, a inflação vai subir um bocado. Junte-se a isso a perda de credibilidade do ministro da Economia, Paulo Guedes, que não tem mais a confiança dos economistas, banqueiros e da imprensa. Nesse grupo, trocou o papel de referência pelo de alvo. O cenário é tão ruim que os bancos passaram a depositar esperança no Congresso. Mesmo com o fim do mandato do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), esperam que os parlamentares conduzindo com habilidade a política nesse momento de instabilidade. Não é um panorama alvissareiro para um presidente que pretende se reeleger em 2022.

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