Urnas e mortes II

Contudo, não se pode qualificar milícias-traficantes e urnas como um assunto restrito ao Rio de Janeiro. Em diversas capitais e cidades mais desenvolvidas do país, constatou-se nessa eleição, a interferência de grupos locais de criminosos decidindo – à força – quais candidatos estariam permitidos em fazer política em seus bairros e regiões dominadas. O Tribunal Superior Eleitoral, e principalmente os Regionais, muito pouco avançam a cada eleição, para evitar que o crime organizado, através de seus representantes criminosos, embora legalmente eleitos, dominem o palco político do país daqui a mais algumas eleições.

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