Urnas e mortes

Comprovação perturbadora entre o crime organizado e as urnas eleitorais, levantado pelo laboratório fluminense de dados Fogo Cruzado descobriu que dos 161 bairros do Rio de Janeiro, somente 13 não pareciam ter o domínio territorial de grupos de narcotraficantes ou milicianos. Resultado: a permissão para campanhas eleitorais de candidatos nas regiões dominadas, cada dois anos, fica mais evidente… e perigosa. Na Baixada Fluminense do Rio
por exemplo, onde há mais grupos paramilitares em atividade, houve 15 assassinatos de candidatos desde agosto de 2019, aponta o macabro relatório.

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