Conflitos permanentes II

Mas, passa dos limites do razoável a “Guerra da Covid” protagonizada pela Presidência e a nação brasileira desde o início da pandemia. Bolsonaro esnobou a doença, e suas trágicas consequências, desde a primeira semana de contaminações e ocorrências de baixas com mortes entre nós… “E daí?”. Apelidou-a de gripezinha, criou beberagens pseudo milagrosas, demitiu, de forma humilhante, ministros da Saúde, negou avanços da pandemia, desmascarou-se e ridicularizou aqueles que usavam a proteção facial… e agora, em um “grand finale” de insensatez e má vontade não se empenha nas derradeiras etapas para materializar as variadas marcas de vacina do mercado internacional entre nós. Enquanto outros países estocam e se organizam internamente, Bolsonaro despreza, de forma desumana, o sentimento de ansiedade e de medo vivido pelos brasileiros com a crescente segunda onda da COVID-19 pelo mundo.

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