Fake-pesquisas

Como sempre ocorre, o tempo se encarrega de apagar as “barbeiragens” que alguns institutos de pesquisas cometem a cada dois anos de eleição no país. Pesquisas de votos são contratadas regiamente, divulgam resultados empíricos e, na maioria das vezes fora da realidade, comprometendo as eleições. No dia da abertura das urnas, se apressam a justificar os erros cometidos. E fica tudo por isso mesmo, até se apresentarem dois anos depois em novas ações. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, lembra que na véspera das urnas do segundo turno alertou “A pesquisa do Ibope em Porto Alegre é caso de polícia, tentativa de influenciar o eleitor. Merece investigação do TSE, MPF, e da Polícia Federal. Desde 2018 esses fatos se repetem sem investigação”. Lorenzoni  tinha toda razão. Só que no Brasil, esses crimes são bianuais desde o século passado… e ficam por isso mesmo!

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