Só mesmo no Brasil

Dados divulgados pelo Ministério Público sobre a investigação da Operação Faroeste no Tribunal de Justiça da Bahia, “desvestindo as togas” de desembargadores acusados de comercializarem sentenças, beira ao ridículo, se não ao esdrúxulo. Pelos relatos dos procuradores, existia um emaranhado de operações criminosas operando simultaneamente – quase num congestionamento – composto pelo “Grupo criminoso do desembargador Ivanilton da Silva”, pela “Organização criminosa (Orcrim) da desembargadora Lígia Cunha”, pela “Orcrim da desembargadora Ilona Reis”, pela “Orcrim do desembargador Gesivaldo Brito”, e pela “Orcrim da desembargadora Maria do Socorro”. Cada um com seu cada qual! Um primor de organização para malfeitos…

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