Quando um não quer, dois não vacinam

O Presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murilo, quer, mas a Anvisa ainda não quer. As exigências do órgão federal para liberar o uso emergencial da vacina entre nós assustou os representantes do laboratório que julgavam ser “mais simples” o processo. Agora, a alternativa que resta – e a mais demorada – é a Pfizer tentar o registro definitivo por meio da submissão contínua de dados à Anvisa. Para o governo de Jair Bolsonaro pouco valem as ações práticas de vacinação emergencial de grupos prioritários, como estão ocorrendo há quase uma semana nos Estados Unidos e no Reino Unido. A nossa burocracia tupiniquim é invencível! No jargão futebolístico, matéria em que somos craques, o Brasil parece estar “fazendo cera” com os gringos.

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