Régua e compasso da saúde baiana II

O vice-governador João Leão tem razão. Ontem, o Ministério da Saúde decidiu adotar o “sistema integrado de prontuário eletrônico” criado e desenvolvido com sucesso na Bahia: o AGHuse (Acompanhamento de Gestão Hospitalar e Uso). Mesmo durante o ano pandêmico de 2020, o Departamento de TI da Secretaria estadual da Saúde avançou em um arrojado Programa de Saúde Digital, visitado por técnicos do Ministério no mês passado. O governo petista de Rui Costa já está com seis hospitais operando interligados com o prontuário eletrônico usando o AGHuse. A meta é chegar até o fim da gestão estadual com toda a malha de saúde interligada. Assim, o paciente baiano terá todo o detalhamento de seu histórico médico mostrando consultas, tratamentos, remédios e intervenções cirúrgicas arquivados eletronicamente e à disposição. Uma espécie de “currículo de saúde” a ser acessado continuamente todas às vezes que o paciente precisar de atendimento. O Ministério da Saúde encampou a ideia, e já inicia a implantação de “barramento técnico” para possibilitar a aplicação do AGHuse baiano em todo o país, a partir de fevereiro do ano que vem. Expressiva economia de tempo, insumos e recursos financeiros à vista.

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