Jogada para a torcida

Em jogo de pôquer, ganha quem tiver boas combinações de cartas nas mãos… ou boa performance para um BLEFE, enganando que possui boas cartas, e que venceria a aposta. O “jogador” desse carteado, Jair Bolsonaro, sentado à mesa de jogo da VACINA não tem nada nas mãos, portanto é um blefador frente aos laboratórios envolvidos na produção e comercialização das vacinas, e especificamente, ao presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murilo. O reconhecido laboratório americano que já distribui sua vacina para vários países – sérios e responsáveis, diga-se – continua vindo a público debater aspectos técnicos e exigências burocráticas com o presidente do Brasil. Entretanto, os lances correm pela mídia, porque abandonaram as tratativas oficiais com o governo. A Pfizer sabe do que se trata verdadeiramente: um blefe político! Bolsonaro já “perdeu a mão”, restando-lhe poucas fichas, mas sobram firulas e resenhas para seu fã clube. Pior para 210 milhões de espectadores desse “jogo” e que precisam da vacina real. Sem mais enganações.

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