Conjunção de fatores para instalar a grande crise no país

Os governadores estão reiterando o pedido para que o Executivo Federal prorrogue o estado de calamidade pública por mais algum tempo, evitando dificuldades de administrar a máquina pública em seus estados. Esperam graves problemas sociais com o fim do auxílio social a partir de agora, com o recrudescimento da pandemia e necessidade de atendimentos médicos, e com a insatisfação generalizada pela demora no início das campanhas de vacinação em todo o país. Reclamos ao vento! O líder do governo na Câmara, Deputado Ricardo Barros, justifica a negativa da prorrogação por várias razões, dentre elas porque o Congresso está em recesso até fevereiro, e o presidente Bolsonaro não quer ouvir nada sobre isso “o presidente tem um mantra, não tem prorrogação de Orçamento de Guerra, não tem fura-teto, não tem aumento de carga tributária (…) e também não temos necessidade de prorrogação”.

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