A vacina russa é uma realidade entre nós II

O entrave da ANVISA exigindo iniciar do zero a terceira fase de testes da vacina russa no Brasil, mesmo já ocorrendo estudos semelhantes realizados em outros países é só mais uma burocracia do órgão, pois não há nenhuma razão ou plausibilidade biológica para as atuais exigências do órgão já cumpridas em outros países, considerando, principalmente, o momento  em que o país vive. Exigir estudo nessa fase em 5.000 brasileiros, quando já analisaram 44.000 voluntários lá fora é descabido. O argumento do secretário da saúde e cientista Fábio Vilas-Boas é demolidor: “Os brasileiros e os russos têm o mesmo DNA, não somos jacarés e eles humanos… diversidade ideológica e étnica não contam; então esse capricho da ANVISA achar que pode haver diferença entre as populações com relação às consequências da vacina é de um preciosismo fora da realidade. Quase esquizofrênico”. A questão está nas mãos do STF, e trata-se de uma das mais importantes decisões dos juízes da mais alta Corte do país. Questão de vida e morte!  

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