Missões quase impossíveis

Rui Costa, governador da Bahia, está correndo atrás de dois objetivos difíceis, mas não impossíveis. Esteve ontem em Brasília cumprindo agenda volumosa, visitando quatro embaixadas à procura de uma solução internacional para preencher o espaço deixado pelo grupo Ford que largou um buraco econômico imenso para o município-sede da fábrica em Camaçari, e para o estado todo. Aliás, o grupo nacional CAOA já admite interesse em ocupar o lugar da Ford. A outra batalha do petista é tentar sensibilizar, presencialmente, o STF para conseguir a liberação emergencial de um lote da vacina Sputinik V, contratado pelo seu estado, e que poderia colocar 10 milhões de doses em poucas horas no Brasil. Em pouco tempo, mais 40 milhões. A vacina russa que, inclusive, já está sendo fabricada aqui e vem sendo aplicada, com sucesso, na Argentina, Bolívia, México e no país de origem, a Rússia. Se Rui Costa conseguir o intento, além de dar uma forte azia no capitão-presidente Jair Bolsonaro, passando por cima do veto da Anvisa, sairá muito bem no coração dos baianos e do resto do país.

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