Bolsonaro, quem?

Alemanha e França condenaram logo o desmatamento e as queimadas não coibidas pelo governo iniciante de Jair Messias Bolsonaro. Praticamente, a partir daí, cortaram relações de amizade. Para Venezuela, Bolívia e Argentina recrudesceram daqui as animosidades, em consequência do confronto de ideologias. A poderosa China, mesmo sendo um dos principais parceiros econômicos do Brasil, leva “bordoadas” desde o primeiro dia da posse do capitão-presidente. E quanto ao governo indiano, até hoje não foi digerido, por eles, os ataques sofridos pelo governo brasileiro, acompanhando os EUA, quanto à proposta daquele país para que patentes sobre vacinas fossem abolidas. Enfim, o único aliado político por afinidades mentais – Mr. Donald Trump – foi defenestrado pelo eleitorado do país mais democrático do mundo. Joe Biden, o novo presidente americano, já cumpre o papel de esnobador da tropa de Bolsonaro. Agora, iniciando o seu maior inferno – falta de doses da vacina da Covid no país – o capitão-presidente não tem nenhum importante líder internacional para socorrê-lo. Os que têm o imunizante em mãos querem distância do governo atrapalhado bolsonarista.

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