Bolsonaro compra os militares e sacrifica a saúde e a educação

Está no Congresso Nacional o que o governo pretende gastar. Nas despesas discricionárias houve redução do orçamento de 12% para a saúde e 9% para educação e um aumento, pasmem, de 16% para o Ministério da Defesa, o que vale dizer Forças Armadas. É por isso que ele quer fazer o senador do DEM de Minas, Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, e o deputado federal de Alagoas, Arthur Lira, presidente da Câmara. É uma vergonha.

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