Imitação barata

Bolsonaro quis imitar o seu guru americano, Donald Trump, desde o primeiro dia do seu mandato. Mas ficou na “página 3”. O chefe da maior potência mundial apesar de negacionista com relação à Covid-19, tal qual Bolsonaro, abandonou, aos poucos, a teimosia obtusa no enfrentamento da pandemia. Hoje, os EUA de Joe Biden vem vacinando cerca de 1 milhão e 700 mil americanos por dia, dispondo da quantidade da vacina necessária. Já, por aqui, Bolsonaro continua negacionista, continua falando de cloroquina e outras beberagens, e impede a chegada de imunizantes que o brasileiro precisa com urgência. Enquanto isso, armamento, censura à imprensa e, agora, spray Covid fazem parte do seu imaginário tupiniquim.

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