Ludhmila foi incisiva

Ela tinha maioria no Congresso Nacional e o prestígio junto à comunidade científica do Brasil e do exterior. Evidente que com isso a cardiologista Ludhmila Hajjar, primeira a ser convidada para o cargo de ministra da Saúde, terminou expondo ainda mais os erros do governo na condução da pandemia, como a falta de um protocolo de tratamento. Hoje, cada estado ou município age por contra própria sem uma coordenação nacional. Foi isso que ela revelou no tête-à-tête com o presidente Jair Bolsonaro. 

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