Nada para ninguém

As autoridades jurídicas envolvidas na Operação Faroeste da Polícia Federal, que investiga amplo esquema de vendas de sentenças na Justiça da Bahia, continuam não tendo qualquer êxito em ações para reverter penas junto ao Superior Tribunal de Justiça. A ex-presidente do TJ Bahia, desembargadora Maria do Socorro, que já está presa há 1 ano e 4 meses, teve mais uma vez negado seu pedido de soltura pelo STJ esta semana. O presidente da Corte, ministro Og Fernandes, também negou pedido feito pelo desembargador Gesivaldo Britto, ex-presidente do TJ Bahia, mantendo-o afastado das funções de magistrado. Já a servidora Carla Roberta, esposa do delator Júlio César Cavalcanti no âmbito da Operação Faroeste, e que foi exonerada, gerando muita reclamação dos investigadores da Operação, foi renomeada pela atual presidência do TJ Bahia, agora como assessora no gabinete de outra desembargadora. Carla Roberta, foi assessora de uma das acusadas e também presa – desembargadora Lígia Ramos – e, atualmente, volta a trabalhar, sendo testemunha protegida pela Justiça.

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