Acredite se quiser

Impossível entender como existe, e permanece no cargo do governo federal, ocupando lugar de destaque em um ministério da saúde, e em plena pandemia, uma funcionária conhecida pelo apelido de “Capitã Cloroquina”? A chefona, que confessou comandar a operação de disseminação de kit de remédios ineficazes contra a covid no estado do Amazonas às vésperas da explosão da mortalidade, continua sendo festejada e prestigiada na vida pública do país. Inacreditável!

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