Frustrações perigosas

As falhas do governo na divulgação do novo auxílio emergencial, pago desde abril, despontam como tema mais importante para o Palácio do Planalto correr atrás a fim de evitar nova corrosão da popularidade presidencial. É que mais da metade daqueles que voltaram a receber o benefício acreditam que o pagamento será mantido até dezembro ou até 2022, enquanto apenas 11% acham que vai apenas até julho, conforme consta da legislação que instituiu o auxílio. Os dados estão na nova pesquisa EXAME-IDEIA Big Data, divulgada na semana passada, e preocupa aliados e ministros, afinal, chegam a 41% os que esperam a manutenção do benefício até dezembro e 11% aqueles que contam com dinheiro até 2022.

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