E, porque não?

Mesmo que atendendo, tão somente, a uma conveniente estratégia político-eleitoral, Bolsonaro e Lula embarcaram juntos e, ao mesmo tempo, na mesma incoerência ao opinarem contra o surgimento de um candidato “terceira via” para disputar o Palácio do Planalto em 2022 contra eles. Com a existência colossal de 32 partidos funcionando no país, com um Fundo Partidário pra lá de generoso, com o surgimento de novos conceito, críticas e lideranças políticas, querer ter a exclusividade de jogar em dupla de competidores, um contra o outro, é a típica soberba de personalidades deslumbradas ainda tão presentes no cenário político atual. Ciro Gomes, João Dória, Eduardo Leite, Sérgio Moro, Simone Tebet, Rodrigo Pacheco, Luiz Datena, e quem mais vier, têm direito a participar do jogo em quantas vias surgirem. Chama-se a isso… DEMOCRACIA.

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