Eu te prometo!

Ao informar a todos que deu carta-branca ao novo colaborador, senador Ciro Nogueira, poderoso representante do Centrão, agora chefe da Casa Civil, o presidente Bolsonaro cria a manchete dos jornais e destaque dos sites… contudo, não passa disso. Senão vejamos: Bebianno, além de advogado do então candidato à presidência, foi também o seu maior incentivador eleitoral. Durou alguns meses na Secretaria-Geral após a posse do Presidente – escorraçado e ameaçado. O general Santos Cruz também tinha a confiança e apoio do presidente para dar ordens na Casa Civil, e foi destronado e amaldiçoado logo logo. O juiz Moro ingressou no governo Bolsonaro com todo o moral da Lava Jato, recebendo promessas de independência e comando integrais nas ações do seu Ministério da Justiça. Caiu, e é envolvido em intrigas palacianas até hoje. Mandetta, o médico-ministro da Saúde, apareceu demais em uma guerra Covid que não interessava ao presidente, e até hoje é humilhado em fake news, e desacreditado pelo Palácio Presidencial. A “namoradinha do Brasil”, Regina Duarte, convidada para a Cultura, chegou a ser tietada e beijada pelo fã Bolsonaro. Entretanto, seus sonhos e planos governamentais, afiançados por Bolsonaro, não duraram nem uma temporada de verão. O próprio Paulo Guedes, apresentado como o sabe-tudo do presidente, teve que encolher seu “Posto Ipiranga” para conseguir manter-se no cargo de Ministro da Economia. Conclusão: as “cartas-brancas” de Bolsonaro são meros truques para enganar os tolinhos…

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