Governo Bolsonaro contra a Bahia III

Aí vem o Ministério da Saúde que assume a falta dos medicamentos e alega que o mesmo está em processo de aquisição… oferece uma estranha solução “Para que não haja descontinuidade do cuidado até o restabelecimento do fluxo de distribuição, (…) a penicilina G injetável (benzilpenicilina benzatina intramuscular) deve ser considerada”. Consideração do responsável de um paciente ao saber da recomendação: “Pense aí, a criança ter de ir de 15 em 15 dias ao hospital tomar essa injeção que é dolorosa. Fora o fato de que a mãe tem somente a receita para pegar o pen-ve-oral, por exemplo, o que não lhe dá direito ao benzetacil, e que por sua vez não é disponibilizado na farmácia”. Fecha o pano!

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