O MP da Bahia e suas ovelhas negras – II

No fuzuê que paira sobre o Ministério Público baiano, agora também sob ataque de investigações e operações, notícias avançam para outros membros controvertidos do órgão. Segundo apurou nemamigoneminimigo, um caso ruidoso tem rodado na boca miúda dos corredores do TJ e da Prefeitura de Salvador. Um empresário sucedido, bem quisto no seu meio e na política, deu entrada num processo de licenciamento urbanístico/ambiental em 2019 e o procedimento, após ter sido “solicitado” por uma promotora paladina da moralidade, encontra-se “retido” por ela, malgrado várias solicitações de devolução. Óbvio que não se tem a certeza devida de quem, de fato, está retendo abusivamente o tal processo, mas documentos em poder deste site, dentre eles diversos ofícios cobrando a devolução, apontam que o engavetamento vem se dando na promotoria chefiada por uma promotora ligada a área de patrimônio público, até então tida como uma exímia servidora pública. Considerando o prejuízo que pode estar sofrendo a empresa requerente, seria o caso da Corregedoria do MP avaliar se não se trata do mesmo modus operandi que vem sendo desvendado pela Operação Kauterion.

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