Nasceu o Uber da saúde

Nessa perspectiva, há um relevante fator desconsiderado pelas operadoras de plano de saúde mais tradicionais. É que neste contexto surgiram novos modelos de negócio em saúde, como clínicas e hospitais que cobram preços populares por atendimentos, além de serviços que conectam pacientes e médicos (apelidados de “Uber da saúde”). Paralelamente, o Ministério da Saúde anunciou seu projeto de “planos de saúde populares”, serviços que estariam disponíveis a preços mais baixos, mas com uma cobertura menor do que é exigida hoje pela ANS. Não é por outro motivo que as grandes redes de hospitais começaram a se adaptar a essa nova dinâmica de prestação de serviços, e passaram a comercializar seus próprios planos de saúde. A tendência é que os gigantes do ramo, a exemplo de Bradesco, SulAmérica, Amil, Central Unimed, etc, comecem a rever seus contratos. Do contrário, a debandada será grande e há risco de comprometimento da própria atividade dessas empresas num futuro não muito distante. A concorrência nunca se mostrou como um fator positivo de mercado como nesses tempos de pandemia.

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