O presidente interino da CBF, o baiano Ednaldo Rodrigues, nada faz

Ao assumir o comando da CBF interinamente, o presidente da Federação Baiana de Futebol, Ednaldo Rodrigues, até agora não moveu uma palha. Jatinho particular, carros de luxo, salários que chegam a R$350 mil por mês, lobistas no Congresso Nacional ganhando verdadeiras fortunas, e outras irregularidades, o presidente interino está em silêncio. Não é sem razão que o futebol brasileiro vem perdendo prestígio e público. Para se ter uma ideia, no jogo Brasil e Peru, a Globo teve audiência pífia.

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