Cérebros do Brasil estão fugindo para o exterior

O Brasil vive uma fuga de cérebros. Entre 2019 e 2020, o país caiu da 63ª para a 70ª posição no quesito “retenção de talentos” em um ranking global de competitividade elaborado pelo Instituto Insead. Crise econômica, instabilidade política, desemprego elevado, ambiente de negócios pouco amigável e deficiências na área da educação são alguns dos fatores que levaram mais pessoas a buscarem novos caminhos no exterior. Ou seja: é a falta de perspectiva que estimula esse movimento. Perder brasileiros talentosos é perigoso. Sem profissionais qualificados, a inovação não deslancha, não há troca de conhecimento, as empresas sofrem para preencher vagas estratégicas. A debandada está em alta. Segundo dados recentes do Ministério das Relações Exteriores, há 4,2 milhões de brasileiros vivendo longe do país, um aumento de quase 20% sobre o número de 2018. O desalento é o retrato de uma nação que insiste em tratar mal seus cidadãos.

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