A crise dos precatórios

O senador Davi Alcolumbre saiu para o feriadão pintado para a guerra depois que descobriu que a nota com várias denúncias contra ele saiu do Palácio do Planalto. Ele vê o dedo do Planalto na reportagem da revista Veja e já avisou que não vai mesmo pautar a sabatina de André Mendonça para ministro do Supremo Tribunal Federal. Da parte do Palácio, aliados do presidente Jair Bolsonaro afirmam que o capitão está convicto que Alcolumbre está fechado com a candidatura de Rodrigo Pacheco à presidência da República, aliás, desde que trabalhou para que Pacheco fosse eleito presidente do Senado. Nessa torta indigesta, assada com alternância de fogo brando e alto nos últimos meses, o governo não muda o nome para o STF, e nem Alcolumbre cogita se afastar do comando da Comissão de Constituição e Justiça para que a sabatina seja feita. Pelo menos enquanto não se tem investigações a respeito das denúncias, a tendência de um grupo no Senado é dar a Alcolumbre o benefício da dúvida. Enquanto isso, a aprovação do projeto dos precatórios entrou em banho-maria.

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