Bolsonaro e os poltergeists do BNB

Desde que o presidente Jair Bolsonaro descobriu que o BNB era usado para manter a influência do PT junto ao eleitorado nordestino, o banco vive sob escrutínio do Palácio do Planalto. Bolsonaro exigiu uma licitação para que o Inec, uma assombração petista em forma de ONG, desencarne do Crediamigo, o megaprograma de microcrédito do BNB. Apareceram mais encostos no banco. Alexandre Cabral ressuscitou como assessor do diretor de Planejamento, Bruno Pena. Em 2020, Cabral entrou para o anedotário por ter sido nomeado presidente do BNB num dia e demitido no seguinte. Motivo: o TCU averiguava desvios de R$ 2,2 bilhões na Casa da Moeda quando Cabral a presidiu. Reincorporado, Cabral emplacou o diretor de Controle de Risco, Lourival Nery. Ao saber do vodu, Bolsonaro lembrou que o PT deve ser exorcizado do BNB. Cabral, Nery e Pena passaram o Finados atrás de padrinhos políticos.

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