Ações de integrantes da “quadrilha” do MDB não representam o partido

O ex-presidente Michel Temer se juntou a Arthur Lira para defender o semipresidencialismo sem comunicar nada à direção do partido. Além dele, os chamados “irmãos metralha”, Lúcio e Geddel Vieira Lima, são donos do partido na Bahia e é a dupla que conversa com Rui Costa, Jaques Wagner e ACM Neto. São eles que acertam cargos e composições políticas. Em Brasília, o que se fala é que a executiva nacional do MDB não aceita as negociações nem as ações dos integrantes desse grupo. Eduardo Cunha, por exemplo, também não fala pelo partido e deverá sair do MDB. Vai mudar de domicílio eleitoral, já que no Rio não se elege nem porteiro de prédio.

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