Uma assombração volta a aparecer no BNB

Lembra do Jason, o personagem de Sexta-Feira 13 que morria em todos os longas-metragens da série e voltava a aparecer no seguinte? Pois, tem um invencível desse no Banco do Nordeste. O contador Romildo Rolim foi nomeado para a presidência do BNB por Michel Temer em 2017 por indicação do ex-senador Eunício Oliveira (MDB-CE). No início do governo Jair Bolsonaro, manteve-se no cargo mudando de padrinho. Trocou Eunício pelo líder do PL na Câmara, deputado Wellington Roberto (PB). Em 2020, foi demitido para dar lugar a Alexandre Cabral, indicado pelos partidos do Centrão. Descobriu-se que Cabral era alvo de investigações por sua passagem pela Casa da Moeda. Rolim voltou ao posto. Voltou a ser demitido em setembro passado, depois que Bolsonaro descobriu que, aninhada no BNB há 18 anos, a ONG petista Inec gere lá o maior programa de microcrédito da América Latina. Com Rolim fora, o BNB licitou o microcrédito, mas descredenciou todos os inscritos na semana passada. Desde então, Rolim voltou a rondar as bolsas de apostas para presidir a instituição.

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