B3 na fogueira

Dois mil e vinte e um deve terminar como um dos piores anos da história para a bolsa brasileira, a B3. Além de possuir um dos piores desempenhos do planeta, a bolsa brasileira perdeu a preferência da listagem de grandes empresas brasileiras para a bolsa de Nova York, e para a Nasdaq, sua grande rival especializada em ações de tecnologia. Para completar seu calvário, a B3 ainda continua distante de uma das classes de ativos que mais crescem no Brasil e no mundo, a dos ativos digitais. Em 2021, o número de investidores detentores de ativos digitais superou a marca de 10 milhões no Brasil, mais que o dobro do número de investidores aptos a negociar na B3. 

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