Jaques Wagner e Odebrecht fervem a política baiana IV

Advogados e juristas consultados por Nemamigoneminimigo afirmaram que a decisão não deixa o ex-governador inelegível, o que somente ocorrerá se o TJ-BA confirmar a sentença antes das eleições desse ano. Apesar disso, experientes caciques da política entendem que independente da questão jurídica, a relevância e gravidade dos fatos poderá rearrumar a chapa governista, com a escolha de João Leão para a cabeça de chapa, com Otto Alencar ao Senado e Wagner quietinho nos mais quatro anos que tem como senador eleito em 2018. A gravidade dos fatos está na decisão que este site teve acesso. Dela consta: “Na peça inaugural o Ministério Público traz arrazoado que identifica ato de improbidade administrativa na forma encontrada pelo então Governador do Estado para a resolução de débitos da empresa CERB, impasses na aceleração de obras da Arena Fonte Nova e doação por caixa 3, para campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores ocorrida em 2014.  Em apertada síntese, o Sr. Jaques Wagner teria firmado acordo sobre um débito da empresa CERB com a Construtora Norberto Odebrecht em tempo recorde em troca de reequilibrar o contrato de Construção da Nova Arena Fonte Nova e de doação para Campanha Eleitoral de 2014. Os fatos se deram naquele ano eleitoral e culminaram em uma doação de 3,5 milhões de reais realizados às vésperas do dia do escrutínio pela Cervejaria Petrópolis para encobrir a real intenção e quem seria o verdadeiro doador”. Realmente a dupla Jaques Wagner e a Odebrecht ferve e ferverá ainda mais a política baiana nos próximos meses.

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