Réu confesso da Lava Jato, empreiteiro baiano se junta a juiz inexpressivo para dilapidar a herança deixada pelo maior gênio da publicidade brasileira

No dia 7 de setembro de 2017, o Correio Braziliense — o mais importante veículo de comunicação de Brasília — publicou a seguinte matéria: “Dono da DAG diz que entrou como ‘laranja’ e saiu como ‘pato do processo”. O empresário Dermeval Gusmão, dono da Construtora DAG, confirmou ter comprado o terreno de São Paulo para construção da sede do Instituto Lula, dizendo ter entrado como laranja e saído como pato das negociações. Segundo o empreiteiro, Lula desistiu do negócio e ele tentou receber R$7,2 milhões por uma triangulação envolvendo a Odebrecht e outra empresa. O depoimento foi feito no dia 6 de setembro na justiça federal da Lava Jato. Ele tinha solicitado uma delação premiada, mas a força-tarefa da Lava Jato, através de um de seus procuradores, não aceitou porque “ele não atendia aos requerimentos de um colaborador confiável”. 

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