Atrito com ACM

Neste processo, Ângelo Calmon de Sá pediu ajuda de Antônio Carlos Magalhães, que tentou influir junto ao então presidente Fernando Henrique Cardoso. Foi barrado. Para azar de Calmon de Sá, foram descobertas pastas cor-de-rosa onde tinham todos os repasses feitos a políticos baianos, inclusive ao então deputado federal Luís Eduardo Magalhães. Isso provocou o rompimento entre Calmon de Sá e ACM, que chegou a chamá-lo de ladrão e dizer que ia jogar creolina no apartamento, já que um dia antes Calmon de Sá tinha feito visita a ele. Anos mais tarde, totalmente esquecido pela Bahia, Calmon de Sá fez as pazes com Luís Eduardo e com Antônio Carlos Magalhães, mas a cicatriz ficou.

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: