A Odebrecht dá azar na Braskem. Venda não foi concretizada

Com 50,1% a antiga Odebrecht tem um capital votante na Braskem, 17% é a participação da estatal Petrobras. Ocorre que várias gestões já foram feitas, várias fórmulas já foram tentadas e o processo de venda da Braskem é antigo, mas o formato da operação é complexo. Inicialmente, não estava claro se a Petrobras venderia sua fatia. Os potenciais interessados trouxeram a demanda de fatiamento da empresa. No entanto, no fim do ano passado com o mercado de renda variável em efervescência, a Novonor, que é o novo nome da Odebrecht, e a Petrobras acertaram que a venda ocorreria via oferta de ações. Ocorre que não deu certo, agora são os grandes fundos de pensão que voltam a negociar a compra da Braskem. Decididamente, a joia da coroa da antiga Odebrecht continua sem encantar o mundo das finanças.

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