Chegou a hora dos prefeitos mostrarem seu poder político

Jerônimo Rodrigues (PT), pré-candidato ao Governo da Bahia, segue apoiado por Lula, Rui Costa e Jaques Wagner (todos do PT), além de Otto Alencar (PSD), pelo MDB, PSB, PCdoB, PV, Avante e PSOL, numa ampla frente de partidos de todos os matizes ideológicos. Os demais candidatos possuem um arco de alianças bem mais limitado. Em meados de agosto, do lado de Jerônimo, um exército de cerca de 300 prefeitos e mais de 3.000 vereadores, tendo à frente Rui Costa e Lula, entrará em campo pedindo voto e cobrando posicionamento de suas lideranças. Essa avalanche de militância qualificada é considerada a mais poderosa arma eleitoral jamais usada na Bahia e deverá fazer a diferença em favor do candidato do governo. Os demais candidatos, em conjunto, possuem menos de 25% das prefeituras e seus apoios nacionais são vacilantes (Roma) ou inexistentes (Neto). O impacto da ação dos prefeitos sobre os destinos da eleição majoritária na Bahia será um divisor de águas para as eleições de 2024. Afinal, o resultado das urnas em cada município apontará quem são os prefeitos que realmente controlam seus eleitores e quem serão os patos mancos a serem defenestrados em 2024.

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