A maior liga mundial de basquete dá um exemplo racial ao mundo

Ime Udoka, descendente de nigerianos, por cinco anos foi candidato a uma vaga de técnico numa das franquias que disputam a bilionária, em dólares, National Basketeball Association (NBA), a federação de basquete norte-americana. Até que o Boston Celtics lhe deu oportunidade. E no primeiro ano Udoka chegou às finais da NBA. Ou seja, vice-campeão da maior competição de basquete do planeta. Projetos assim, chegar às finais, na NBA, em geral, duram de quatro a cinco anos. Na temporada 2021 – 2022, oito vagas de treinador foram preenchidas por candidatos negros. E pela primeira vez, metade das franquias da liga, 15 das 30, têm treinadores negros. No Campeonato brasileiro, que reúne a elite do nosso futebol, apenas um técnico, Roger Machado, do Grêmio, é declaradamente negro. Uma contradição em virtude do grande número de jogadores negros que brilham nos campos. A propósito, a ascensão de técnicos negros contou com uma sútil, mas persistente pressão de atletas negros, como LeBron James, o melhor jogador da atualidade.

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: