Bancada evangélica e Centrão querem sair de cena

A bancada evangélica e o Centrão já tiraram o corpo fora: não temos nada a ver com a indicação de Ribeiro. Nos corredores do Congresso o que mais se ouve é a passagem Bíblica: “Daí a César o que é de César”. Outro ministro terrivelmente evangélico, Kassio Nunes, do STF, também está enrolado num esquema que ainda vai render mais do que barras de ouro: teria viajado a Paris em jatinho particular com tudo pago pelo advogado Vinícius Gonçalves que atua em diversos processos na corte: o bate-e-volta de Brasília a Paris para assistir à final da Champions League e a jogos do torneio de tênis de Roland Garros, ainda incluiu tour no GP de Mônaco de Fórmula 1, disputado naquele mesmo fim de semana. O mimo ao ministro custou, por baixo, R$250 mil. A Prisão de Ribeiro caiu como uma bomba no Palácio do Planalto: disputando com Lula a primazia do apoio do eleitorado evangélico, tecnicamente empatados segundo algumas pesquisas, o presidente se vê acoado e dá de Pôncio Pilatos: lavou as mãos para a prisão de Ribeiro. “Que responda por seus atos”, disse, solene.

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