Michelle também derrota Bolsonaro

A primeira-dama Michelle Bolsonaro está no olho do furacão que levou à prisão o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, da Igreja Presbiteriana, e de mais dois pastores da Assembleia de Deus. Ungido a ministro da Educação pelas mãos de Michelle — haviam mais quatro candidatos no páreo — Ribeiro teria encantado a primeira-dama com seus atributos religiosos. Desde que se falou nas primeiras barras de ouro, Michelle era defensora intransigente do ministro e chegou a pedir ao mandatário da nação que o mantivesse no cargo. Esse apoio foi fundamental para sua permanência, mas os fatos cada dia mais evidentes de que a corrupção grassava nos corredores do Ministério minaram qualquer possibilidade de sua manutenção à frente da pasta. Hoje, a situação deteriorou-se a ponto do apoio centrão-militares-bancada bíblica esquivarem-se de qualquer relação com o ministro e seus pastores. A CPI do MEC aprovada e a denúncia do delegado da polícia federal Bruno Calandrini de que está havendo interferência política no caso, são claros sinais de que os primeiros pregos estão selando as urnas funerária e da reeleição de Jair Bolsonaro.

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