Psicopatia sexual do Pedro tarado I

Certa vez, Pedro Guimarães, quando trabalhava no Santander, perdeu de vez a compostura e, num ataque de psicopatia sexual, adentrou o banheiro feminino do banco para atacar uma funcionária. Houve troca de tapas e a funcionária levou a pior: um olho roxo. Deu o que falar! Vem daí, e de outros múltiplos episódios semelhantes, a alcunha de “Pedro Maluco” que ele tem no mercado financeiro. Não é crível que a CGI não soubesse desse malfadado currículo de tarado quando Guimarães foi escolhido para comandar o segundo maior banco estatal do país. Se Bolsonaro sabia, não achou grave um sujeito assediar colaboradoras. Se não sabia, deveria saber, condição sine qua non para um chefe de estado na escolha de pessoas para seu alto escalão. 

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