Guerra racial II

Entre policiais civis e militares vítimas de mortes violentas, a maioria, 67,7%, também é negra. Já entre as vítimas de feminicídio, 62% são negras e 37,5% são brancas. A população carcerária também é majoritariamente negra. Em 2005, 58% dos presos eram negros e 40%, brancos. Em 2021, a porcentagem de negros saltou para 67,5% e a de brancos caiu para 29%. Realizar essa pesquisa, que mostra bem o racismo estrutural brasileiro, não é fácil. No ano passado, seis estados, incluindo a Bahia, não disponibilizaram os registros de injúria racial ou de racismo. Os outros foram Espírito Santo, Pernambuco, Rondônia, Roraima e São Paulo.

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