A imprevisibilidade das pesquisas eleitorais na Bahia

Se tem uma coisa que não funciona na Bahia é pesquisa eleitoral. Não se sabe exatamente a raiz do fenômeno, mas o fato é que nas últimas eleições majoritárias todas as pesquisas erraram. E muito. Peguemos 2006, faltando 30 dias para a eleição, Paulo Souto tinha 48% e Jaques Wagner 31%. Deu Wagner no 1.º turno com 53% e Paulo Souto com 43%. Já em 2014, também faltando um mês, Paulo Souto tinha 46% e Rui Costa 24%. Deu Rui no primeiro turno com 55% e Paulo Souto terminou com 37%. Esses erros grosseiros sugerem duas coisas: 1) as pesquisas não capturam eleitores de zona rural ou pequenos municípios; 2) A magnitude da onda provocada pela militância nas duas últimas semanas da eleição possui grande efeito sobre o voto.

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