Michelle Bolsonaro tinha como afilhado Pedro tarado

Michelle Bolsonaro não só conseguiu empréstimos a juros vantajosos para seus “amigos empreendedores”, todos furando a longa fila de pretendentes de pequenos empresários, como transformou a Caixa em cabide de empregos para seus “irmãos” da Igreja Evangélica Batista Atitude. Duas dezenas de assessores pendurados na presidência da instituição bancária estatal, sob a tutela do Pedro Guimarães, ex-presidente da instituição, apeado do poder depois que uma avalanche de denúncias de assédio sexual e moral de funcionárias da Caixa. Pedro fazia parte do círculo íntimo de amigos da primeira-dama e estava sempre a postos para atender as dezenas de solicitações da mulher do mandatário da nação. Ela não lhe virou as costas mesmo após as denúncias e de sua demissão a pedido. Reuniu amigas no Palácio, todas evangélicas, em culto e orações especiais para Manuella Guimarães, esposa de Guimarães, que ainda hoje se recusa a acreditar no tarado que tem em casa. Pelo visto, Michelle também, orando na residência oficial com suas amigas por um homem deplorável que finge uma inocência difícil de ser provada. O pior cego é aquele que não quer ver.

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