Em Minas Gerais, o ex-governador Newton Cardoso, por sinal nascido na Bahia, está com a herança de mais de R$ 80 milhões sendo disputada pelos filhos. Na Bahia, o grupo Barreto de Araújo, que teve a sua liquidação determinada pela Justiça Federal, até hoje não resolveu com quem vão ficar os milhões. A herança de ACM também ainda não foi dividida. Como se vê, tem muito dinheiro que os mortos deixam, mas que os vivos não querem dividir.
Nos desfiles das campeãs do Rio, poderosos políticos e banqueiros estavam presentes
O Rio prova mais uma vez que é o destino preferido dos poderosos brasileiros. No desfile das campeãs, um dos palanques chamava atenção: estavam o governador do Pará, Helder Barbalho, um dos mais bem avaliados do país, e o poderoso banqueiro do BTG Pactual André Esteves. A Bahia se fez representada pelo deputado federal João Bacelar, que circula com desenvoltura no meio dos poderosos brasileiros.
A volta de um jovem talento político baiano
Cria da cidade de Irecê, ex-prefeito e ex-deputado estadual, ele é também um habilidoso empresário que resolveu retornar à política este ano como candidato a deputado estadual. No último final de semana, reuniu um grupo de amigos para comunicar o fato e aí se observou como ele é querido e admirado. Lá estiveram com ele: o senador Angelo Coronel, o seu filho, o deputado federal Angelo Coronel Filho, e o presidente regional do PL, João Roma. E não ficaram só aí as homenagens. O seu amigo de fé e irmão-camarada João Bacelar, deputado federal já eleito várias vezes, telefonou para a alegria geral. Podem apostar na volta de Luizinho Sobral.
Mais uma hipocrisia petista
Em várias entrevistas pretéritas, o senador Wagner, como forma de atacar ACM Neto, sempre afirma que, no lado da oposição, o que há é um chefe não democrático que impõe seu comando. Contudo, parece que o adágio “macaco que não olha para o próprio rabo” aqui se aplica: explicamos. Wagner fala que a reeleição é um direito de todos, mas exclui Coronel; impõe, mesmo contra a vontade de Lula e Rui, a reeleição de Jerônimo para governador; anuncia na ausência do governador, que está em viagem, que Geraldo será candidato a vice-governador. Pergunta-se: é o “bruxo” ou ACM Neto o imperador que impõe a todos suas vontades?
A agonia de Pacheco
Ainda sem partido, após perder a legenda para o atual vice-governador e pré-candidato ao governo de Minas Mateus Simões, Rodrigo Pacheco ficou ainda mais agoniado com a pressão do presidente Lula para que ele dispute as eleições para o Palácio da Liberdade em outubro. Em troca, Lula ofereceu a indicação de Pacheco para uma das cadeiras que deverá ser liberada no STF até o ano que vem, segundo o atual presidente da República.
A agonia de Pacheco II
Sem perfil e coragem para se filiar ao PT mineiro, Pacheco tem conversado com o MDB mineiro, do qual já fez parte e conhece bem quem comanda o partido no estado. Além da fatura alta para ter a legenda para a disputa, Pacheco sofre resistência do MDB nacional, especialmente do ex-presidente Michel Temer, humilhado por Lula e seus aliados em desfile da Sapucaí na semana passada. Pelo jeito, Pacheco vai é voltar mesmo para a advocacia, onde fatura milhões e não é papagaio de pirata.
Sem palanque
O presidente Lula ainda continua sem palanque em estados estratégicos em todo o país, especialmente Minas Gerais e São Paulo. No Rio, terá que dividir o palanque com o candidato de Gilberto Kassab. Já na Bahia, o escândalo do Credcesta abalou fortemente a candidatura à reeleição de Jerônimo Rodrigues. Mesmo que o atual governador baiano seja substituído por Rui Costa, conforme conversas em andamento, os problemas continuam, pois Rui foi o maior incentivador do Credcesta.
E a Consiglog?
A empresa responsável pelo processamento das operações de consignado na Bahia, a Consiglog, ainda pertence ao grupo de Guga Lima. O multimilionário contrato também é da época de Rui Costa. A empresa é outra mina de ouro dos políticos baianos e está sendo investigada por adversários do PT em todo o território nacional.
Mais uma hipocrisia petista
Em várias entrevistas pretéritas, o senador Wagner, como forma de atacar ACM Neto, sempre afirma que, no lado da oposição, o que há é um chefe não democrático que impõe seu comando. Contudo, parece que o adágio “macaco que não olha para o próprio rabo” aqui se aplica: explicamos. Wagner fala que a reeleição é um direito de todos, mas exclui Coronel; impõe, mesmo contra a vontade de Lula e Rui, a reeleição de Jerônimo para governador; anuncia na ausência do governador, que está em viagem, que Geraldo será candidato a vice-governador. Pergunta-se: é o “bruxo” ou ACM Neto o imperador que impõe a todos suas vontades?
Decreto Bilionário
O decreto mágico do então governador Rui Costa (PT) que transformou Guga Lima em bilionário continua valendo, mesmo após sua prisão e a liquidação de seu banco, o Pleno, pelo Banco Central. No Palácio de Ondina, o governador Jerônimo Rodrigues continua fingindo de morto quando o assunto é o Credcesta, especialmente em ano eleitoral.
Decreto Bilionário II
A exclusividade garantida por Rui Costa para o Credcesta (PKL One) operar o cartão de benefício consignado na Bahia, além de imoral, só beneficiou Guga Lima e o PT baiano desde 2018. Já os mais de 350 mil servidores estaduais baianos arcaram sozinhos com uma conta amarga. Para piorar, com a intervenção no banco de Guga Lima esta semana, aqueles que precisam renovar ou quitar os empréstimos do Credcesta estão preocupados com o que vai acontecer.
Correspondentes em pânico
Correspondentes bancários que ganhavam grande parte de seu ganha-pão com o Credcesta estão em pânico. Além de clientes raivosos com o cada dia pior atendimento aos clientes do Credcesta, o faturamento das lojinhas de venda de crédito consignado despencou após a prisão de Guga Lima. Com a liquidação do banco de Guga, o Pleno, a expectativa dos correspondentes é que finalmente o governador Jerônimo Rodrigues libere outros bancos e fintechs para operar o cartão de benefício para os servidores baianos. Afinal, em ano eleitoral, o governador e os políticos do PT não podem se indispor com mais de 350 mil servidores estaduais e suas famílias.