Ruptura no limite I

Em discurso histórico na semana passada, o ministro Edson Fachin, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, foi na contramão de seus colegas políticos e assegurou a importância do Parlamento brasileiro investigar, por meio das CPIs, todas e quaisquer irregularidades de servidores públicos, inclusive os da Suprema Corte.

Ruptura no limite II

Durante seu discurso, o ministro Fachin citou a expressão histórica “ainda há juízes em Berlim”, que simboliza a confiança na independência do Poder Judiciário, mesmo diante de abusos de poder. A declaração foi um claro posicionamento a favor da independência dos poderes, que foi manchada pelas declarações de três de seus colegas citados no relatório do senador Alessandro Vieira. A posição de Fachin revela que nem tudo está perdido na relação entre os Três Poderes da República.

Senilidade aflorada I

No final de seu terceiro mandato, as gafes do presidente Lula nos cumprimentos aos anfitriões na Espanha revelaram muito mais do que se imagina para os observadores. Com grande experiência neste tipo de recepção, as gafes provam que Lula está cada dia mais senil. Nada diferente do esperado para a idade avançada. Apesar dos exercícios, seu declínio cognitivo é evidente e acelerado.

Senilidade aflorada II

Cada dia mais senil, Lula deixa a clara impressão de que dificilmente terá condições de terminar seu quarto mandato sem entregar para seu vice. Que seja Geraldo Alckmin então, para o bem do Brasil.

Reviravolta em Minas

Lula conseguiu o que muitos achavam extremamente difícil. Mesmo com o debilitado Pacheco, conseguiu assegurar um palanque na estratégica Minas Gerais. Apesar do palanque, a pedra no sapato dos petistas continua sendo o deputado Nikolas Ferreira. Já para a majoritária, o senador Cleitinho, líder disparado nas pesquisas, é quem irá decidir quem será eleito. Se desistir, deverá eleger o governador em exercício Mateus Simões com seu irmão de vice.

Rabo preso

Com muita culpa no cartório, o presidente do Congresso continua refém das ameaças que recebeu. Com medo, assiste aos ataques de ministros do Supremo aos seus colegas sem reagir à altura. Pelo visto, o presidente do Congresso pouco se assemelha aos seus irmãos de fé, que foram ensinados pela lei a não temer e fazer o que é correto e necessário sempre. Pior para o Brasil.

Guerra na imprensa

Após revelar os milhões recebidos pelo Metrópoles, o Estadão sofreu diversos ataques da máquina de notícias comandada por Luiz Estevão. Nesta guerra, só haverá perdedores, pois há muito tempo a mídia tradicional vive de ameaças e acordos ocultos.

Aécio

Aécio Neves voltou a “deitar falação”, aproveitando a maré baixa do lulismo. Quando vê holofotes, dá entrevista até quando abre a geladeira. Reflexos da solidão da Praia Mole em Floripa! Um dado curioso é que, segundo um grão-tucano do Nordeste, Aécio quer convencer Ciro Gomes a disputar a presidência. Está tentando se salvar da alcunha de “coveiro do PSDB”.

Vózinha

Em recente evento em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, Flávio Bolsonaro fez referência à senadora Tereza Cristina, postulante a vice-presidente, como “vovózinha”. Com todo respeito, é o beijo da morte. Como dizia uma grande liderança política, a vida é dura!

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