O “companheiro” José Genoino pede ao “companheiro” Lula para cortar a cabeça do “companheiro” Wagner, a quem atribui as derrotas do presidente no Congresso

A solicitação foi feita por rádios e televisões. O caso causou estresse, já que quando José Genoino foi preso e acusado de corrupção, um dos seus defensores da época foi justamente o “companheiro” Jaques Wagner — que, agora, paga o preço de derrotas cujo único culpado foi o “companheiro” Luiz Inácio Lula da Silva.

Três dias antes da votação, o presidente do Congresso comunicou a Lula que seu candidato ao STF não passaria na Casa

Lula mente quando diz que foi traído. O senador Davi Alcolumbre avisou a ele com antecedência que Jorge Messias não passaria no Senado. Mas o PT é sempre assim, quer tirar a culpa de Lula e chamar todo mundo de traidor.

Começou a debandada

O senador Rodrigo Pacheco já avisou ao presidente Lula que não vai concorrer ao governo de Minas Gerais, muito menos a uma vaga no Supremo Tribunal Federal. E pensar que o senador mineiro trocou de partido e chegou a ingressar no PSD. Lula não sabe o que fazer, já que somente ele daria palanque para o presidente num dos maiores e decisivos colégios eleitorais.

Z não quer Lula I

100% ligada às redes sociais, a geração Z, com jovens entre 16 e 24 anos, tem apresentado uma das maiores taxas de rejeição a Lula e ao PT com patamares superiores a 70%, segundo pesquisas da Atlas Intel e Bloomberg.

Z não quer Lula II

Sem celular e desconectada das redes, não é à toa que Lula e seu marqueteiro se preocupam tanto com jovens políticos como Nikolas Ferreira. Com a queda de Maduro, dos aiatolás do Irã e a iminente queda do regime cubano, todos apoiados por Lula durante décadas, felizmente os jovens brasileiros aprenderam a distinguir o bom do ruim e a realmente defender a liberdade de expressão e a democracia. Enquanto isso, dentro do PT, o desejo de controlar as redes sociais só aumenta.

Postou e apagou

Continua repercutindo negativamente o triste post no X (antigo Twitter) da ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu, que associou Alcolumbre a Judas por ambos serem judeus. Em uma época de crescente intolerância religiosa no mundo, o post foi, no mínimo, infeliz e poderá render um processo criminal contra a ex-senadora, que se juntou a Lula em declarações antissemitas totalmente infundadas e desnecessárias.

Vingando Bessias

A vingança de Bessias deve chegar ao Sistema Financeiro Nacional com a liquidação de pelo menos um dos dois bancos que estavam aguardando apenas o resultado no Senado. A resistência inicial de Galípolo de misturar os assuntos cairá por terra.

Cuba Libre I

Após anunciar o deslocamento de um porta-aviões para a costa do país caribenho, Trump iniciou o mês de maio cumprindo mais uma de suas promessas: derrubar a ditadura cubana que condenou o país à pobreza extrema. Condições para isso não faltam. Sem o petróleo venezuelano, nem mesmo eletricidade a ilha caribenha possui.

Cuba Libre II

Quem não gostou nada do anúncio de Trump sobre Cuba foi o presidente brasileiro. Com a iminente chegada do porta-aviões nuclear norte-americano ao Rio de Janeiro, Lula foi aconselhado a ficar calado. Será que vai cumprir a recomendação?

(Des)enrola I

Mais uma vez, o governo federal apresenta um programa absolutamente questionável sob vários aspectos: a utilização do FGTS dos trabalhadores, taxas de juros de 1,99% e o uso de recursos pertencentes a terceiros que ainda não os resgataram junto ao BACEN. O programa estabelece que os devedores podem retirar até 20% do seu Fundo de Garantia para quitar suas dívidas, mas o FGTS foi criado para a aquisição pelos trabalhadores de uma casa própria. O estranho é que nenhum “paladino” dessa causa sequer reclamou do desvio de função evidente.

(Des)enrola II

Lula acena com uma “módica” taxa de juros de 25% ao ano. Um verdadeiro escárnio. O programa permite a utilização de recursos que estão sem “donos” no BACEN. A pergunta que não quer calar é: e se os verdadeiros donos aparecerem?

Família Bolsonaro disputa a presidência da República e o Senado em SC e no DF 

Além de Flávio Bolsonaro, que disputa a presidência da República, Carlos Bolsonaro disputa o Senado em Santa Catarina e Michelle em Brasília. O ex-presidente passa bem da cirurgia a que se submeteu e aguarda apenas os efeitos da Dosimetria, que vão reduzir sua pena em muitos anos. O dado curioso é que, se a família Bolsonaro emplacar esses nomes, vai ficar como o clã político mais importante do país.

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