A Bahia não perde o título de estado mais violento do Brasil

Ontem, este era o assunto preferido em Brasília, não só na área jurídica, como na área política. Não tem um só dia em que a Boa Terra não tenha um crime. Agora, a situação se agrava porque é nela que está o maior número de facções criminosas. Estas não só matam civis, mas também policiais civis e militares. Até mesmo nos bairros que concentram quem tem melhor poder aquisitivo estão tomados pela violência e pelo medo. A começar por Campo Grande, Corredor da Vitória, Graça, Ladeira da Barra, Porto e Farol da Barra, Ondina, Rio Vermelho e Amaralina: estes locais estão com seus imóveis sendo desvalorizados, já que a polícia baiana não controla a violência. Um governo fraco, um secretário de Segurança Pública que vive a dar entrevistas e está perdendo no combate à violência. Lamentável que um estado tão brilhante tenha, até nas cidades turísticas, uma ação criminosa e violenta que esteja espantando os turistas.

Reflexos da delação

A prisão de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, finalmente aconteceu. Segundo juristas ouvidos por este blog, graças às informações fornecidas por Vorcaro, foi possível identificar os imóveis que “PH” recebeu do banqueiro e a estrutura utilizada para ocultar a operação.

Reflexos da delação II

Além de Ibaneis, quem ficou extremamente preocupado com a quarta fase da Compliance Zero foram dois presidentes de conhecidas legendas do Centrão. Afinal, foram eles quem indicaram Paulo Henrique Costa para a presidência do BRB. Um deles, inclusive, ganhou dinheiro vendendo parte da financeira do banco para uma conhecida empresa paulista. A transação foi desfeita no final do ano passado, após a primeira fase da Compliance Zero.

Sem blindagem

A prisão de um sócio de um dos principais escritórios da área de Special Situations da Faria Lima, na quarta fase da Compliance Zero, causou uma enorme apreensão entre seus colegas que atuam na área. Sem limites entre a prestação de serviços e a formação de quadrilha, advogados têm faturado verdadeiras fortunas com transações extremamente complexas e duvidosas.

Sem blindagem II

Um conhecido advogado carioca que atua para gestoras da Faria Lima comprou na física créditos relacionados a processos relacionados a fraude a credores. O caso foi parar na Justiça e envolve o presidente e o sócio de uma pouco conhecida corretora de valores. Após a prisão de um colega na quarta fase da Compliance Zero, o advogado sumiu do mapa.

Caravana Holiday

O presidente Lula embarca para a Europa com uma caravana de ministros e “aspones” de invejar ditadores de republiquetas mundiais. A agenda é cheia de frases de efeito, inúteis, claro, que lembram o personagem “Rolando Lero” da Escolinha do Professor Raimundo. Vexame.

Rota de fuga

Um antigo presidente, que entendia muito dos rituais palacianos, dizia que quando um presidente da República despachava no Alvorada, longe do Palácio do Planalto, sinalizava desinteresse, cansaço e fuga dos problemas. O Alvorada de Lula são as viagens internacionais. O Calango não aguenta mais!

Desculpas

Este blog, mais uma vez, pede desculpas por não ter citado na nota “Ministério Arrasa-Quarteirão” o nome do Ministro da Comunicação Social, o ator José de Abreu. Nossas escusas ao educado e gentil futuro ministro.

Ramagem

Ficou muito claro pelo desfecho que o governo brasileiro nada tem a ver com qualquer iniciativa junto aos Estados Unidos para a prisão do deputado Ramagem. O ocorrido deveu-se a uma operação de rotina do ICE. O episódio demonstra a total indiferença de Trump em relação ao Brasil. Onde chegamos?

Além de carnes silvestres e especiais, Lula ganha cachaça do amigo Emílio Odebrecht

Não é de agora que Emílio Odebrecht, que hoje comanda aquela que já foi uma das maiores empreiteiras do país, visita o Palácio da Alvorada. Sempre levando carnes silvestres e especiais e uma cachaça que sai dos seus alambiques e conforta os finais de semana e as noites de Lula e seus convidados — entre os quais se destaca o senador Jaques Wagner. Lula, para onde vai, leva a cachaça de Emílio Odebrecht. Ele adora.

SECOM contrata grande número de institutos de pesquisa com o intuito de barrar a queda de Lula

O marqueteiro do governo, o baiano Sidônio Palmeira, tem gasto milhões de reais contratando vários institutos de pesquisa para tentar barrar a constante queda de popularidade do presidente Lula. Não adianta, Lula tem um limite: 50% a 55% da população brasileira o hostiliza e, com isso, ele sabe que tem um prazo para chegar até o dia da eleição. Enquanto isso não ocorre, Sidônio derrama milhões de reais em inúmeros institutos de pesquisa simpáticos não só ao governo, mas também aos cifrões.

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