A inteligência do PT: Três presos e dois falecidos

Quando o PT chegou ao poder eram cinco cabeças mais importantes: Lula, José Dirceu e Antonio Palocci, os três estão presos, Luiz Gushiken e Márcio Thomaz Bastos, falecidos. Todos ex-ministros e amigos de Lula.

O advogado que venceu as crises

O advogado Márcio Thomaz Bastos, que chegou a ser ministro da Justiça no governo Lula, superou várias crises do PT. Uma delas, quando o publicitário Duda Mendonça revelou ter recebido caixa dois do PT no exterior, foi Dr. Márcio que traçou uma estratégia. Acertou com Lula que chamasse João Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo, e a ele Lula disse: “Eu não sou o Collor, se vocês tentarem me derrubar eu coloco os sindicados nas ruas e paro o país”. João Roberto Marinho, Antônio Carlos Magalhães, Tasso Jereissati e Fernando Henrique Cardoso, que conspiravam contra Lula, se recolheram. A queda de José Dirceu e Antonio Palocci e o falecimento de Luiz Gushiken e Márcio Thomaz Bastos foi fatal para o PT, que hoje vive o seu pior momento. Resta esperar pois Lula ainda respira para milhões de brasileiros, mesmo preso.

Fora de Brasília

O presidente Michel Temer já sente o seu isolamento. É por isso que nos finais de semana vai para São Paulo. Ali se reúne com os seus advogados e seus familiares, esses envolvidos em denúncias. E pensar que ainda restam sete meses para Temer entregar o cargo. Vive um final de mandato melancólico e solitário.

A força do cargo

O presidente nacional do DEM, ACM Neto, Prefeito de Salvador, está exercendo o cargo com habilidade e visibilidade para atormentar o governador Rui Costa. Continua retirando, junto à Justiça Eleitoral, toda propaganda em outdoors, jornais, revistas e redes sociais do governador da Bahia. Agora, promete fazer uma denúncia gravíssima. É que o governo da Bahia está fazendo doações, quando no período eleitoral essa prática é proibida. É só questão de dias.

Confusão

O governo da Bahia não tem recurso para comprar terreno e construir um novo Centro de Convenções. Já pensa em reconstruir o antigo que foi destruído por incompetência de Jaques Wagner e do próprio Rui Costa. A verdade é que, se o prefeito ACM Neto construir um novo Centro de Convenções, é o que promete, vai golear o governador da Bahia.

Prazo fatal

Termina esta semana o prazo para que o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), envie a sua defesa ao Conselho de Ética da Câmara. Ele foi citado via edital e até agora não encontrou uma forma de responder às denúncias, principalmente sobre os R$ 51 milhões encontrados em um bunker por ele alugado e que se apurou ser do irmão, Geddel Vieira Lima.

Abatido antes de decolar

Ontem, no eixo Brasília/São Paulo o assunto tomou conta dos poucos que ainda acreditavam na candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Dólar sobe, Banco Central mantém a taxa de juros, o desemprego aumenta, a recessão continua e 30 milhões de brasileiros estão desempregados. No MDB, nas últimas 48 horas, a maioria não quer nem ouvir falar na candidatura de Henrique Meirelles.

Semana negra

Justiça nega novo recurso a Lula e juíza retira mordomias oferecidas a ele como ex-presidente da República. Fernando Collor de Mello mesmo cassado e com inúmeros processos manteve tudo, até a pose de ex-presidente. José Dirceu volta para prisão. A senadora Gleisi Holffmann é denunciada. E o Aécio Neves? E a quadrilha do MDB? A semana foi negra para o PT e serena para o PSDB, até o seu operador Paulo Preto, que estava preso, foi solto pelo ministro Gilmar Mendes com US$ 100 milhões apreendidos na Suíça.

Não emplacou

O governo Michel Temer está chegando ao fim sem o Brasil conhecer o que seria uma primeira dama. 40 anos mais jovem que ele, Marcela Temer não emplacou, apesar de ter promovido várias ações no Palácio do Planalto. Até agora, o ato mais conhecido dela foi um mergulho no Lago Paranoá para salvar uma cadela. A agente responsável pela segurança de Marcela foi demitida. Marcela continua sumida.

Brasília às moscas

Brasília continua vazia aos finais de semana. Senadores e deputados federais correm para suas bases a partir das quintas-feiras. O Palácio do Planalto inventa solenidades já que o presidente Temer não tem uma agenda de trabalho e virou mestre de cerimônia.

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