O presidente regional do PL na Bahia, João Roma, que disputa uma vaga no Senado na chapa de ACM Neto, continua atacando o senador Jaques Wagner, envolvido no escândalo do Master. ACM Neto silencia, já que é apontado também como beneficiário do Banco Master. O que se fala é que Neto fez um acordo com o PT de não tocar no assunto e o PT também não atacaria ele. Resta saber se, quando começar a campanha, este fato será confirmado.
Companheiro de Wagner como metalúrgico foi quem comprou um dos apartamentos dele na Bahia
Através de uma empresa em São Paulo, um ex-companheiro de Jaques Wagner, metalúrgico no polo petroquímico de Camaçari e, hoje, empresário, foi o autor da compra de um dos apartamentos de Wagner na Bahia. A Polícia Federal já tem novos dados e deve a qualquer momento divulgar maiores detalhes.
“Um abraço constrangido”
É com o título acima que a Veja noticia a presença do presidente Lula na Bahia, afirmando que o encontro em evento foi reservado e sem aparição pública. O episódio ainda causa espécie, já que Lula no 2 de Julho ele sequer participou.
Lula do Brasil
A tristeza é grande no Palácio do Planalto. Toda a campanha preparada pelo “Goebbels tropical” foi pro saco. Pelo menos uma notícia boa.
Pé frio
Lula confirma o azarão que é. Não ganhou nenhuma Copa. Parte da torcida torceu pelo malogro da seleção. Não era contra o Brasil, a aposta era contra Lula. Iria surfar na onda do hexa. Murchou a bola dele.
Gilmar Mendes I
O condestável Gilmar Mendes também é responsável pelo fracasso da nossa seleção na Copa de 2026. Samir Xaud é seu filhote. Até nisso o STF se mete.
Gilmar Mendes II
Além de indicar Samir Xaud de Roraima para a presidência da maior autoridade do futebol brasileiro, a CBF, aquele que foi pego com a amante em plena Copa, e com um histórico de malfeitos para lá de cabeludos, não se deu por satisfeito. Indicou seu filho para a diretoria da CBF. É de Gilmar e da sua família a pressão pela convocação de Neymar. Não dá para ser feliz com o protagonismo ilegal e imoral do Judiciário brasileiro.
Enquanto Neymar e Vini Jr. se notabilizaram por compras milionárias na Copa, Haaland dá um exemplo de craque e humildade
Às vésperas do jogo do Brasil e Noruega, o atacante Vinícius Jr. exibiu para a imprensa a compra de um dos relógios mais caros do mundo, com forma de roleta de cassino e que custa alguns milhares de dólares. Neymar também já tinha se notabilizado por esse fato. Já o extraordinário Haaland mostrou a sua coleção de valises simples, que custam pouquíssimos dólares. O detalhe curioso é que, após o jogo, ele humildemente destacou a seleção norueguesa, disse que a vitória era um exemplo para os garotos do seu país e que ele queria que, doravante, a Noruega fosse uma fábrica de craques.
Os quatro monstros
Messi, Mbappé, Haaland e Harry Kane. E eles ainda podem fazer mais gols, já que ainda estão na Copa.
Torcida brasileira deu trabalho
Pouca gente sabe que muitos torcedores brasileiros foram presos após o último jogo. Levados para os aeroportos, foram embarcados imediatamente. Tudo de maneira sigilosa, como aliás os Estados Unidos sabem fazer.
“Armadilha”
Este é o título de uma matéria devastadora publicada esta semana pela consagrada revista Piauí. Assinada pela talentosa jornalista Consuelo Dieguez, a verdadeira história do Banco Master é contada em detalhes desde o seu início. Todos os personagens estão nela: o nascimento na Bahia, com Jaques Wagner, Rui Costa e com o banqueiro Augusto Lima, e advogados, políticos e também empresários. Vale a pena a leitura — isso, se ainda for encontrada nas bancas, já que está sendo disputada desde o último sábado em todo o país.
Com termos desrespeitosos, Lula choca o Brasil mais uma vez com a sua falta de pudor
Os principais jornais do país — Estadão, Folha de S.Paulo e O Globo — publicaram a matéria em destaque e as redes sociais estão bombando. Quando um presidente da República manda um pobre atacar de maneira vil um rico, é demais: “Toma no c*”. O fato mais grosseiro foi que tal declaração foi feita no Palácio do Planalto e ele foi categórico, falou “aqui para eles” e fez o gesto com o dedo do meio. E o mais grave é sua classe aplaudindo. Não é sem razão que ele é chamado na Câmara e no Senado como “cachaceiro ladrão”. Chumbo trocado não dói.