Guga é um cirurgião-geral

Caiu como uma bomba a matéria do site UOL, onde o colunista Fábio Serapião, no dia 19 de abril desse ano, demonstra que, através de diálogos entre Vorcaro e Augusto Lima, ele pede ajuda ao baiano para concretizar a venda do Master ao BRB. Segundo o colunista, coube ao Guga Lima a tarefa de viabilizar tal operação. Informação nova, que demonstra a força de Lima junto à concretização do esquema que se finalizaria com a venda do Master ao BRB.

André Esteves do BTG é outro

O todo poderoso do BTG Pactual, André Esteves, está complicadíssimo com os telefones do grupo Master. Ele tem acertos não só em São Paulo, como também na Bahia. Tem inclusive conversas em que o Master diz que ele tem um grupo de colunistas do Rio e de São Paulo para detonar o banco. As gravações complicam muito André Esteves.

Sem Data Centers I

Mais uma vez, o Brasil anda para trás por causa do Governo Federal. Com a guerra do Irã, grandes data centers localizados nos Emirados foram destruídos. Resultado: investidores passaram a procurar localizações mais seguras para seus novos data centers. Mesmo com energia relativamente barata, demanda e conectividade, o Brasil tem ficado fora do mapa.

Sem Data Centers II

Com o fim da medida provisória do Redata, bilhões de dólares em investimentos que viriam para o Brasil estão sendo direcionados para países como nossa vizinha Argentina — onde as regras são claras e não dependem de uma medida provisória que perde a validade — sem que o governo se mobilize para finalizar a votação de um projeto de lei (PL 278/26). Enquanto o presidente Lula está obcecado com o controle das terras raras, já perdeu faz tempo o controle de dados sensíveis do próprio país, há muitos anos processados fora do país.

Cadê a fraude? I

A venda da carteira do BRB para uma pequena gestora de São Paulo está tirando o sono de diretores do Banco Central. A desconhecida gestora, que gere pouco mais de R$ 3 bilhões em recursos de terceiros no Brasil, anunciou a criação de um FIDC de R$ 15 bilhões com o BRB, valor superior ao valor anunciado por Galípolo para as carteiras.

Cadê a fraude? II

O FIDC, salvação proposta pela gestora Quadra Capital para o BRB, traz um alívio imediato para a governadora do Distrito Federal, que concorre à reeleição, e para o FGC, que teria seu patrimônio novamente abalado por mais uma liquidação multibilionária. Por outro lado, expõe seriamente a politização da diretoria do Banco Central e de seu presidente, com indícios crescentes de que uma suposta fraude foi fabricada para liquidar o banco de adversários políticos de aliados do governo. Tem tudo para virar mais um processo bilionário com o BC, similar ao do finado Banco Ypiranga.

A culpa é sempre dos outros

O PT, que se aliou ao STF desde o início do atual governo, passou a defender abertamente a reforma do judiciário. Como sempre, precisam urgentemente desmamar da toxicidade de alguns ministros do Supremo Tribunal. Ordem do “Chefe”.

Terrabrás

Lula defende agora a criação de mais uma estatal. Dessa vez, para explorar e comercializar minerais críticos. O Brasil não consegue minimamente estruturar um projeto que pare em pé sobre o tema. É só bravata. Pobre Brasil!

Minerais críticos

Enquanto “batemos cabeça”, a companhia americana USA Rare Earth acaba de comprar o grupo Serra Verde, que explora terras raras em Goiás. A aquisição gira em torno de US$ 2,8 bilhões. A iniciativa demonstra que os agentes privados do setor, cansados da paquidermia do governo, resolveram assumir a vanguarda do negócio. Essa operação causará uma mudança sensível na geopolítica mundial de minerais críticos, matéria-prima essencial na fabricação de eletrônicos e para as indústrias automobilísticas e aeroespaciais. O Brasil, nesse assunto, como diz Caetano Veloso, “está na eternidade da maçã”.

Lula abandona a Bahia em busca de prestígio no Rio e em São Paulo

O presidente Lula determinou que o ministro da Justiça abra escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo para combater a violência que domina o país. Quanto à Bahia, que é a campeã de violência nacional, Lula sequer manda uma força nacional, talvez porque já não é campeão de votos do estado. Aliás, não só na Bahia, como em Pernambuco, Alagoas, Ceará e Rio Grande do Norte, antigos currais eleitorais dele.

Sertanejos se dividem entre Flávio e Caiado

Cantores e cantoras sertanejas que dominam o mundo musical do Brasil estão divididos entre os candidatos Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado. Um dado curioso é que Lula, que já gastou quase R$ 1 bilhão em viagens internacionais, não consegue os chamados ídolos populares. Enquanto isso, a dupla Caiado e Flávio investe também nos evangélicos, hoje liderados pela candidata ao Senado em Brasília, Michelle Bolsonaro.

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