Petróleo 

Com as negociações entre Estados Unidos e Irã fazendo água, volta o nervosismo no mercado de petróleo e afins. Para variar, a posição brasileira continua pautada pelos interesses eleitorais. Mantiveram os 30% sobre as exportações brasileiras de petróleo e isso inviabiliza qualquer segurança jurídica nos contratos de 30 anos que foram estabelecidos com as petrolíferas. O caos continua.

Refinarias

A justificativa de taxar as exportações seria um suposto estímulo no aumento de produção de combustíveis no refino. Quem se arriscaria a investir em um negócio com retornos de um dígito no momento atual e com o governo brasileiro quebrando, sucessivamente, todas as regras que balizam o setor?

Fertilizantes 

Com a dependência de mais de 70% dos insumos oriundos da Rússia, da Ucrânia e do Irã, entre outros, o agronegócio brasileiro já está sendo duramente impactado pela subida de preços. Vem aí mais inflação e carestia. Enquanto isso, várias unidades de produção de fertilizantes estão paralisadas, senão sucateadas, no Brasil. Dá para acreditar?

Enquanto isso

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou que a inflação e os gastos do governo estão absolutamente sob controle e os problemas são os juros altos e a crise internacional. Como sempre, para o PT, a culpa é dos outros.

Alíquotas americanas 

De um observador experiente sobre o andar da carruagem entre os governos brasileiro e americano: “A tarifa de 25% é praticamente fato consumado. O que muda são as exceções, onde há um consenso entre os empresários dos dois países. Quanto ao PIX, nenhum risco de mudanças. É só ‘parolagem’ envolvendo a polarização dos dois lados”.

Copa 2026

A FIFA calibrou cirurgicamente as chaves do mundial de olho nas semifinais e final. As partidas desta semana envolverão somente seleções campeãs mundiais. Respectivamente, França, Espanha, Argentina e Inglaterra. Golaço. O Brasil tirou nota baixa. Lamentável.

Apenas Zema escolheu Brasília para a convenção nacional do Novo

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema escolheu a capital do país para fazer sua convenção nacional, quando seu nome vai ser lançado oficialmente à presidência da República. Todos os demais partidos farão as suas convenções em São Paulo. A primeira será no dia 25, do PL.

PL, PP, União Brasil e PSDB querem maioria no Senado

Esses partidos estão lutando para fazer maioria no Senado a fim de reorganizar o sistema judiciário do Brasil. Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes são o trio que a classe política quer dar vida curta quando a oposição fizer maioria no Senado.

Neto fica com Caiado no primeiro turno e, no segundo, com Flávio

Embora silencioso, o vice-presidente do União Brasil vai apoiar o amigo Ronaldo Caiado no primeiro turno da sucessão presidencial. Se Caiado não chegar no segundo turno, o candidato de Neto será Flávio Bolsonaro. Ele não quer, em hipótese nenhuma, a reeleição de Lula.

De primeira: Michelle vai ser candidata ao Senado a pedido do pai de uma de suas filhas

Líder evangélica e líder política, hoje, com prestígio nacional, Michelle Bolsonaro vai atender ao pedido do seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela será candidata ao Senado por Brasília, com eleição garantida.

Arruda quer compor com Michelle

José Roberto Arruda, candidato do PSD à sucessão do governo do Distrito Federal, quer compor com Michelle Bolsonaro e Paulo Octávio. A atual governadora Celina Leão traiu o ex-governador Ibaneis Rocha, que também deve apoiar a chapa de oposição.

A dupla que saiu do polo petroquímico e enriqueceu na política da Bahia

Jaques Wagner e Rui Costa se conheceram no polo petroquímico de Camaçari. Faziam política sindical e, através dela, foram chegando à política partidária. Wagner casou, pela primeira vez, com uma ex-deputada estadual e Rui começou também na sombra dele na política partidária. O sucesso foi tamanho que, ao chegar ao governo, Wagner convocou Rui e também o levou a ser governador da Bahia. A partir daí, a dupla ficou milionária. 

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