De primeira

No dia 31 de dezembro todos os prédios da Esplanada dos Ministérios vão ficar vazios não havendo expediente e a Polícia Federal fará uma varredura não permitindo a presença de ninguém nos prédios ministeriais, além do mais, atiradores de elite da PF ficarão em cima dos prédios para a solenidade de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. Durante a chegada da comitiva presidencial ao congresso nacional todos os presentes vão passar por detectores de metais, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da justiça e segurança pública, Sérgio Moro, terão seguranças especiais tanto da PF quanto dos órgãos de segurança das forças armadas. Para se ter uma ideia, o quinteto da guarda pessoal do presidente é composto por atiradores de elite.

Pautas bombas em fim de trabalhos no congresso

Foi necessário que o ministro da fazenda anunciasse vetos às pautas bombas que a Câmara dos deputados, sob o comando de Rodrigo Maia, e o Senado, sob o comando de Eunício Oliveira, estão aprovando para aumentar o rombo do déficit brasileiro. O lamentável é que senadores e deputados federais, mesmo depois do exemplo das últimas eleições, não entendam que a classe política está desmoralizada junto a opinião pública nacional.

Fim das agências reguladoras

A equipe de transição do governo já trabalha num projeto a fim de extinguir as chamadas agências reguladoras. Algumas estão aparelhadas com integrantes do PT, outras com indicações politicas do MDB, PSDB, PP, PTB e outros partidos. Eles não indicam técnicos e sim filhos, filhas, genros, noras, que sem nenhuma qualificação ocupam essas agências. É um autêntico cabide de empregos que deve ser extinto.

PF vai até a quarta geração

A equipe de jovens da Polícia Federal vai continuar atuando contra os corruptos políticos com um detalhe: as investigações não ficam só nos deputados, nos senadores, nos governadores e nos ministros, se estende até os parentes destes. Vai ter muita gente presa nesse país.

Rui isolado

Governadores vieram a Brasília para reuniões com o presidente eleito Jair Bolsonaro e com o ministro da justiça e segurança pública, Sérgio Moro. O lamentável é que o governador da Bahia, Rui Costa,  continua ainda em campanha. Resta saber como ele vai dirigir a Bahia sendo adversário do Governo Federal, e os primeiros exemplos ele já está colhendo: quebradeira na Assembleia Legislativa, policiais entregando cargo, funcionários de alto escalão de algumas secretarias também procedendo da mesma forma e Rui está sem base para enfrentar tudo isso.

Sem interferência presidencial

O presidente eleito Jair Bolsonaro reafirmou ontem para dirigentes partidários que estiveram com ele que não vai intervir nas eleições do Senado e da Câmara. No Senado os nomes ainda não surgiram e na Câmara já tem seis candidatos. O atual presidente Rodrigo Maia não tem a simpatia do futuro governo, ele está aprovando as pautas bombas. Já o vice Fábio Ramalho do MDB vai a Bahia amanhã para pedir o apoio do governador Rui Costa do PT, já esteve em São Paulo com João Dória do PSDB, é muito querido na casa.

A ordem era para prender

O ministro do STF, Marco Aurélio, foi generoso com os parlamentares que a Polícia Federal queria que fossem presos ontem por envolvimento de recebimento de dinheiro para campanha do senador Aécio Neves à presidência da república. Além do próprio senador Aécio Neves, também Antonio Anastasia e Agripino Maia, além dos deputados federais Benito Gama do PTB da Bahia, Paulo Pereira do Solidariedade e da deputada Cristiane Brasil do PTB do Rio. Ocorre que a partir de janeiro quem não tiver foro privilegiado, caso do senador Zé Agripino e dos deputados Benito Gama e Cristiane Brasil, irão para primeira instância e aí a coisa fica mais complicada.

Na mosca II

Este blog antecipou que o presidente Michel Temer não iria para a embaixada do Brasil na Itália conforme chegou a ser noticiado por alguns jornais paulistas. O próprio Temer afirma na revista Veja que circula essa semana que nunca recebeu convite e se tivesse, declinaria dele.

Fuga

Em relato gravado sobre o seu governo, Temer foge de respostas sobre corrupção. Sobre os amigos Geddel, Eduardo Cunha e Henrique Alves declara: “Ao longo do tempo você vai construindo relações de natureza política que se transformam em amizade política”. Não é verdade, Michel sempre manteve com o trio uma sólida amizade pessoal e familiar e vai ser difícil ele se livrar desse episódio quando deixar o cargo.

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