Negócio furado

Empresário conhecido do ramo automobilístico tem dito abertamente nas rodas de empresários em São Paulo que a compra da fábrica da Ford, em São Bernardo do Campo, só não saiu porque Uma importante figura pública queria R$30 milhões de comissão. Bom negociador, ele ofereceu um terço do valor. Sem acordo, o negócio multi milionário furou. Com tanta figura pública no holofote por causa da crise do COVID-19, tem muita gente querendo revelar os nomes dos bois. 

Sem sustentação

Governadores como Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás, estão com uma missão praticamente impossível pela frente. Sem o apoio dos empresários, produtores rurais e o governo federal, dificilmente terminarão seus mandatos sem o colapso completo das máquinas estaduais. 

Coronavírus leva Eduardo Cunha, Luiz Estevão, Dario Messer e Marcos Valério para prisão domiciliar

Dois ícones da corrupção no Brasil vão para prisão domiciliar em razão do coronavírus. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que está preso no Rio de Janeiro, e o ex-senador Luiz Estevão, que estava preso em Brasília. Ao determinar a prisão domiciliar para Eduardo Cunha, a juíza Gabriela Hardt, de Curitiba, o fez porque Eduardo Cunha se submeteu a intervenção cirúrgica no Rio. Vai cumprir domiciliar, mas terá que voltar à cadeia logo depois da onda do coronavírus. Igualmente o doleiro Dario Messer, esse solto pelo juiz Rogério Schietti. O curioso é que a Justiça brasileira é generosa. Nos presídios federais todos ficam confinados sem direito a domiciliar, nos Estados Unidos nem pensar. Enfim, há de se aplaudir a Lava Jato e sobretudo o atual clima que reina no país. 

A força dos evangélicos

Ninguém tem mais dúvidas de que os evangélicos estão próximos de alcançar o número de católicos no Brasil, segundo as últimas pesquisas. A decisão do governo federal em determinar a reabertura para cultos foi um pedido dos evangélicos, já que algumas igrejas católicas estavam abertas para seus fiéis. Ontem houve flexibilização de alguns governos e prefeitos, já que o número de pobres no Brasil é impressionante e de desempregados maior ainda. A flexibilização pode melhorar o ambiente.

Cristal trincado

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o presidente Jair Bolsonaro vão além da amizade pessoal. A senhora Caiado, a baiana Gracinha, é amiga de fé e irmã camarada da senhora Bolsonaro, Michele. Esse rompimento não será duradouro, pode anotar. 

STF não libera ninguém

O STF tem recebido inúmeros pedidos de habeas corpus para liberar os envolvidos nas várias operações de corrupção no Brasil. Quem tem sorte para ficar em mãos dos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio podem ser liberados. Até agora Gilmar Mendes transferiu ao juiz, Rogério Schietti, do Rio a soltura do doleiro Dario Messer. 

Separar para sobreviver

A chamada “abordagem cirúrgica e vertical” defendida pelos que rejeitam o isolamento social de toda a população para evitar o avanço da pandemia, determina que só ficaria isolado e tratado, as pessoas idosas ou suscetíveis ao vírus. Quem for jovem e sadio, vai continuar trabalhando e cuidando da vida, possibilitando que a roda econômica do mundo continue a girar. A tese em questão para salvar a humanidade pela seleção natural das espécies – os jovens e fortes versus os idosos e os doentes – está baseada na sobrevivência dos mais aptos e enxerga a “guerra” como forma de seleção da espécie (Darwin).

Ao vencedor, as batatas!

Vale lembrar um dos romances mais famosos, Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), onde Machado de Assis apresenta a tese nomeada Humanitismo, do filósofo Joaquim Borba dos Santos. Eis um trecho: “Supõe tu, um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais feitos das ações bélicas (…) . Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas”.

Juntando os trocados

Já que os poderes executivo, legislativo, e diversos economistas estão às voltas com matemáticas financeiras (e outras mágicas), para enfrentar o colapso econômico do país, evitando nocautear comércio, serviços e empregados, vale lembrar que: O Brasil, há muito tempo, está enredado com o pagamento da dívida pública de aproximadamente R$ 3 trilhões que acarretam R$ 500 bilhões de juros anuais. Um déficit fiscal de R$ 160 bilhões ano. O que significa que a dívida pública brasileira cresce, a cada dia, cerca de aproximadamente R$ 2 bilhões. É chegada a hora de o Brasil negociar com os credores da dívida uma carência do pagamento dos juros nesse ano, o que geraria um alívio orçamentário de R$ 500 bilhões. Iria ajudar bastante a “vaquinha” que visa juntar dinheiro pra usar na guerra contra a COVID-19.

Ruídos preocupantes agitaram Brasília no dia de ontem

Quando o comandante do Exército, general de Exército Leal Pujol, emitiu uma nota nas redes sociais alertando que as forças armadas estão unidas e são “o braço forte atuando se for necessário e a mão amiga estendida para os nossos irmãos brasileiros”, surpreendeu ao mundo político de Brasília. A quinta-feira foi de ruídos preocupantes. De Goiânia chegavam imagens da população vaiando e chamando de traidor o governador Ronaldo Caiado, um dos mais bem avaliados, depois que ele rompeu com o presidente Jair Bolsonaro. Os grupos Globo e Folha de São Paulo são vistos hoje nas casernas como fomentadores de crises. A desobediência civil foi constatada em várias capitais brasileiras, ontem, onde em algumas cidades vários estabelecimento comerciais foram abertos e funcionaram e os veículos voltaram às ruas. Ontem foi um dia preocupante para Brasília e é bom aguardar o que pode acontecer hoje. A desobediência civil de ontem mostrou claramente o que alguns governadores estavam preocupados. Na Bahia, o governador Rui Costa chegou a elogiar o presidente Jair Bolsonaro e em entrevista declarou que a economia tem que ser preservada. O momento é de preocupação, porque o país está dividido, mas os fomentadores de crises estão na alça de mira.

Dinheiro do Bolsa Família vai para o coronavírus

Não adiantou a ação de novos governadores do Nordeste que pediram ao ministro do STF, Marco Aurélio, para obrigar a União a redistribuir o Bolsa Família para o Nordeste. O governo acaba de editar uma Medida Provisória que entrega os 3 bilhões do Bolsa Família para combater o coronavírus. Os governadores nordestinos voltaram a perder para o governo federal. 

As redes de televisões mostram a miséria das favelas brasileiras

Nesta crise do coronavírus, as redes de televisões europeias estão mostrando a miséria nas favelas brasileiras, principalmente no Rio e em São Paulo. É lamentável que não tenhamos cuidado em evitar tal problema que influenciará por certo o turismo brasileiro depois do coronavírus. 

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