O Silêncio dos “Inocentes” I

Repercute no mundo político a omissão do ministro da Casa Civil Rui Costa, do senador Jaques Wagner e da família Alencar, sob diversas denúncias apresentadas nos meios de comunicação. A bagatela de R$ 15 milhões pela qual foi vendida a Cesta do Povo, e o decreto do governador Rui Costa que permitia os servidores comprometerem até 75% do seu contracheque em empréstimo consignado com juros exorbitantes usando o cartão Credcesta. Muitos desses empréstimos, inclusive, não foram solicitados pelos servidores, da mesma forma que os descontos da operação do INSS.

O Silêncio dos “Inocentes” II

Este blog volta a reafirmar que dois foram os fatores decisivos para que o escândalo do banco Master tomasse a dimensão que alcançou. O primeiro foi a operação criada na Bahia pelo empresário Augusto Lima, que ajudou a alçar outras operações financeiras, ganhando assim musculatura. O segundo fator importante foi o fechar de olhos do Poder Judiciário baiano, a exemplo de uma ação coletiva contra as diversas ilicitudes implementadas contra os servidores do estado pelo Credcesta, que foi julgada improcedente em favor do banco, dando condições de expansão.

BC liquida banco ligado ao PT baiano

Três meses após a liquidação do Banco Master e a prisão de Guga Lima, o Banco Central finalmente liquidou o Banco Pleno. A liquidação só ocorreu após revelações bombásticas envolvendo Guga Lima e o núcleo do PT baiano pela grande mídia e por este blog, que sempre deu em primeira mão os fatos que ocorriam nos bastidores do Credcesta.

BC demorou

Após tentar salvar o banco de Guga Lima da liquidação do Master, Galípolo e Haddad foram forçados pelo mercado financeiro e pela grande mídia a liquidar o Banco Pleno. No entanto, a decisão final sobre a liquidação partiu mesmo do gabinete do presidente Lula, após ter sido orientado por Sidônio a abandonar aliados do PT na Bahia para salvar sua pele. O episódio revela que a autonomia do Banco Central na gestão de Galípolo só existe no papel. Com a liquidação, Lula e Sidônio irão retomar a narrativa de que este governo combate a corrupção no andar de cima, no caso, a base financeira do PT da Bahia.

E o servidor baiano?

Mesmo com Guga Lima preso e afastado da presidência de seu banco há três meses, o governador baiano Jerônimo Rodrigues manteve a polêmica exclusividade na operação do cartão benefício para os mais de 350.000 servidores baianos para o Credcesta. Com a liquidação do Pleno, milhares de servidores baianos, que só tinham uma opção de cartão, agora não têm nenhuma.

E o servidor baiano? II

Se os servidores baianos já sofriam antes com o atendimento do Credcesta, fica difícil imaginar como ficará o atendimento a partir de hoje com a liquidação do banco Pleno de Guga Lima, que irá ocorrer. Mesmo sindicalistas ligados ao PT baiano estão revoltados e preocupados com a situação, que tem tudo para comprometer a reeleição de Jerônimo Rodrigues em outubro.

Esteves x Shell

O banqueiro tijucano André Esteves luta contra o tempo para não ser diluído na Raízen, empresa que controla junto com o bilionário Rubens Ometto e com a multinacional holandesa do petróleo Shell. Atolada em dívidas, a saída para a Raízen é uma multibilionária injeção de capital ou uma inevitável recuperação judicial. Em uma manobra para diluir ainda mais Ometto, Esteves propôs aos holandeses da Shell uma cisão. Como a operação demoraria muito, Esteves e Ometto foram intimados pela Shell a aportar ou serem diluídos no negócio.

Bahia na operação da PF

Um dos quatro alvos da operação da Polícia Federal em plena terça de carnaval, determinada por Alexandre de Moraes, era um técnico lotado na delegacia da Receita Federal em Salvador. Servidor público desde 1983, Luciano Lery Santos Nascimento foi acusado de vazar dados de autoridades. Após a operação, Luciano terá que cumprir diversas medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica.

A agressão de Lula e do PT a Temer enterra aliança

A representação na Sapucaí de Michel Temer como traidor fez com que o MDB enterrasse de uma só vez qualquer possibilidade de participar de uma chapa com Lula. O partido já decidiu que não fica com a reeleição do petista. São dissidentes: Renan Calheiros, em Alagoas, e Helder Barbalho, no Pará.

Nem Neto nem Kassab apoiam Lula em Minas Gerais

O senador Rodrigo Pacheco, que deixou o PSD, anuncia que quer ingressar no MDB como candidato de Lula na sucessão mineira. Neto, que é um líder de prestígio do partido, já avisou ao senador mineiro que ele não terá legenda para apoiar a reeleição de Lula. O episódio mostra que Rodrigo Pacheco quebrou a cara.

O garoto-revelação é quem Flávio quer na sucessão mineira

O senador do PL do Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro, candidato à sucessão presidencial, insiste na candidatura de Nikolas Ferreira para o governo de Minas. Ontem, aliás, o garoto-revelação na política nacional ingressou em juízo pedindo punição para Lula e o PT pelas agressões no desfile da escola de samba de Niterói.

Margareth Menezes sofre críticas contundentes porque é tudo menos ministra da Cultura

A Folha de S.Paulo, em matéria extensa, cita Margareth Menezes, que, para o carnaval deste ano na Bahia, ganhou para o seu bloco R$ 1 milhão. Dinheiro público que ela não tinha direito, nem tem, mas a baiana não se preocupa com isso. Durante o carnaval, ela saiu em tudo que foi bloco e frequentou vários camarotes. Envergonha a Bahia como ministra da Cultura.

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