Um baiano firma-se na política com sucesso no Brasil

O médico baiano Cândido Vaccarezza, nascido na cidade de Feira de Santana, que construiu uma carreira brilhante e também científica em São Paulo, está voltando à política. No PT, chegou a ser líder da então presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Depois, resolveu ficar só como médico, mas agora assumiu a presidência regional da Democracia Cristã e deve comandar a campanha do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa à sucessão presidencial.

Seletividade Master I

Gabriel Galípolo entrará para a história como o presidente do Banco Central que mais liquidou instituições financeiras. Com pelo menos treze liquidações em curso, já faltam liquidantes, geralmente servidores aposentados do Banco Central, para as demoradas jornadas de liquidação.

Seletividade Master II

Após o término do prazo para as instituições financeiras entregarem os balanços de 2025, o trabalho da equipe de fiscalização do Banco Central, comandada pelo baiano Ailton de Aquino, dobrou. Em dois casos, que continuam em destaque na grande mídia nacional, as liquidações só não saíram ainda por questões políticas, contradizendo as declarações de isenção de Gabriel Galípolo em sua última sessão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Na prática, quem ainda manda no Banco Central é o presidente da República. A autonomia, que só existe no papel, é para inglês ver.

CVM sai da UTI

Finalmente, dois diretores foram sabatinados pelo Senado esta semana para duas das três posições abertas na Comissão de Valores Mobiliários desde o final de 2025. Desde então, decisões de casos extremamente importantes estavam pendentes por falta de quórum. Com a sabatina e a decisão do STF, que garantiu recursos para a autarquia antes retidos pelo Tesouro Nacional, a expectativa é que a CVM, que regula o mercado de capitais brasileiro, volte a fiscalizar e punir infratores com mais agilidade, pois a fila de processos aumentou abruptamente nos últimos meses.

Crise financeira na Bahia é tão grave que a baiana do acarajé mais famoso acaba de encerrar sua barraca

A baiana Cira imortalizou o seu acarajé na Bahia. Vendia em Itapuã, mas agora encerrou sua barraca. A crise é violenta. Cira vai ficar apenas com a sua barraca do Largo da Mariquita, no Rio Vermelho.

Simone Tebet l

A ex-ministra Simone Tebet transformou-se agora no “arauto” da esquerda. Fala que Lula é o maior presidente da história do Brasil e que Fernando Haddad será governador de lavada em São Paulo. Quem não te conhece, que te compre. Não custa lembrar que Simone pertencia a um grupo político de Mato Grosso do Sul ultraconservador e retrógrado, responsável pelo atraso e desilusão de toda uma gente que sonhava com um futuro progressista e cidadão em seu estado natal. Carreirista desde o início de sua vida política, cumpriu oito anos de um mandato medíocre e distante do seu povo. Sua rejeição era tamanha que não conseguiria se eleger nem para síndica de prédio.

Simone Tebet II

Colocou seu nome como candidata à presidência da República para fugir de um vexame eleitoral histórico em sua terra. Derrotada no primeiro turno, abraçou o lulismo, se tornando um dos seus “baluartes”. Assumiu o Ministério do Planejamento, que, no caso dela, se transformou em sofrível “ministério do orçamento”, avalizando toda a farra fiscal de seu chefe Lula. Tentando simular uma imagem de administradora em seu estado, ninguém esquece da sua gestão calamitosa à frente da prefeitura de Três Lagoas, eivada de escândalos de corrupção e improbidade administrativa. A pré-candidata ao Senado por São Paulo, mesmo traindo novamente o Mato Grosso do Sul, ainda marca presença em terras pantaneiras com a indicação do seu marido Eduardo “Tebet” para a Secretaria de Estado do atual governador Riedel, pertencente à “elite bovina” conservadora à qual a família Tebet sempre foi ligada. Dá para entender?

Alta rejeição de Flávio e Lula provoca recorde de candidaturas à sucessão presidencial

Com a alta rejeição de Lula e de Flávio Bolsonaro, todos os partidos lançam candidaturas à sucessão presidencial. Em 2022, disputaram as eleições 22 candidatos. Agora, há um novo recorde, já que diariamente surge um candidato.

Convite de Trump a Flávio cala o Planalto e o PT

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à sucessão presidencial, foi convidado e vai a Washington para uma recepção na Casa Branca. O fato é claro e irritou o Palácio do Planalto e o PT, afinal de contas, Lula continua falando que liga pelo telefone para Trump, o que não é verdade, já que ele não fala inglês.

Família Jaime Câmara vende a concessão da Globo em Goiás, a TV Anhanguera

Depois de 63 anos transmitindo a programação da Globo em Goiás e em Tocantins, Jaime Câmara, um dos empresários mais influentes do país, acaba de vender as suas duas concessões ao Grupo Zahran. A família, no entanto, ficou com a posse de rádios e jornais.

Não tem Lula nem PT que evitem as facções criminosas do Brasil de serem consideradas terroristas

Com os últimos acontecimentos no país e a crescente violência, inclusive com a prisão da blogueira Deolane Bezerra, que opera para o PCC, os órgãos de segurança norte-americanos a qualquer momento vão anunciar que o PCC e o Comando Vermelho serão considerados grupos terroristas.

Uma sexta-feira de derrotas para Lula

A pesquisa do Datafolha mostra 47% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro. Isso tudo depois do escândalo do Master. Na Itália, foi negada a extradição de Carla Zambelli. Ela vai ser solta e poderá permanecer no país italiano. É também uma derrota para o STF do Brasil, cujo desprestígio está atingindo todos os países mundiais. Lula e o PT voltam a perder.

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