Auxílio emergencial: Bolsonaro briga com Congresso

As pesquisas internas do governo detectaram que o suporte a Jair Bolsonaro está minando paulatinamente e, por isso, todo esforço agora será de tentar estancar a queda. Além das vacinas e envio do ministro da Saúde, Pazuello, a Manaus e, de quebra, estudos do Planalto para ver o que é possível fazer em relação ao auxílio emergencial, Bolsonaro não quer que a iniciativa seja do Congresso Nacional, que já foi tomada. 

Luta pela presidência da Câmara tem novo capítulo

Arthur Lira, do PP de Alagoas, tenta fechar uma conta de chegada, mas a atitude do governo de perseguir aliados de Baleia Rossi de São Paulo tem deixado muitos congressistas chateados e se bandeando para o candidato do MDB. Lira tem a vantagem. A turma de Baleia Rossi tenta evitar o ‘já ganhou’ do adversário principal que é visto como alguém que está a poucos votos da vitória do primeiro turno. 

INSS começa a pagar aposentadorias e pensões com reajuste

As aposentadorias e pensões do INSS começaram a ser pagas desde a última segunda já com valores reajustados. O calendário segue até cinco de fevereiro. A correção que começa a incidir na competência de janeiro foi calculada com base no INPC, cujo acumulado nos últimos 12 meses de 2020 foi de 5,45%. Esse reajuste, no entanto, não será aplicado a todos os beneficiários. Quem começou a receber a partir de fevereiro do ano passado terá correção proporcional à inflação acumulada do mês do início do benefício até dezembro.

Mandetta é a figura pública mais popular do Brasil

O Atlas Político acaba de fechar uma pesquisa na qual o ex-ministro da Saúde, Luiz Mandetta, é a figura pública mais popular do Brasil. Ele foi a imagem mais extraordinária para 37% dos brasileiros e negativo para 44%. O presidente Bolsonaro terminou com imagem próximo de 38% positivo e negativo 60%. 

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

O vice-presidente Hamilton Mourão carta-se de que o país dispõe de R$20 bilhões para adquirir imunizantes. Apesar de já estar na reserva militar, o general não pode ter esquecido que batalhas são vencidas com estratégia e atitudes rápidas e certeiras… não só com munição estocada. Na guerra contra a Covid empreendida pelo capitão Bolsonaro, o que deve ser decidido hoje fica para meses depois. Os exemplos são diversos: abandono de negociações com vários fabricantes internacionais de vacinas há meses; uma preocupante e demorada queda de braço para aquisição de seringas e agulhas esperando redução de preços; oferta de três aviões cargueiros ligados a ONU para urgente transporte de oxigênio, datada de 16 de janeiro, sem ter sido aceitas até ontem, e muitas outras delongas mais. O governo russo ainda tem reservado 50 milhões de doses da vacina Sputnik V para o Brasil, mas o capitão-presidente vem esnobando a oferta há meses. O problema desse governo não é o dinheiro, mesmo.

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer II

O ministro da Economia, Paulo Guedes, torna público sua opinião de que a vacinação em massa é a saída para a recuperação e retomada consistente do país. O ex-poderoso Posto Ipiranga do início do governo Bolsonaro acredita que “a volta segura ao trabalho é importante e a vacinação em massa é definitiva”. O problema será convencer o teimoso chefe presidencial a adquirir maiores lotes de vacina disponíveis, em vez de “lotes pingadinhos” aqui e ali. Se ainda tiver moral com Bolsonaro podia convencê-lo de que preciosos 50 milhões de doses da vacina russa ainda estão esperando a resposta do governo brasileiro para entrar no país. Ontem, aliás, o México já aprovou a aquisição do imunizante, em caráter urgente. Quem sabe faz a hora…

Ministro do Turismo prega desobediência civil em causa própria incentivando a quebra do protocolo na crise da Covid-19

O ministro do Turismo dá um péssimo exemplo para o país. Quer praias lotadas, aviões também. Ruas, restaurantes, bares e hotéis cheios. Pouca gente sabe que ele tem pousada em Alagoas, por isso ele quer sacrificar a população brasileira.

“Tchau, querida” só não fala de corrupção

Na galeria dos maiores corruptos da política brasileira, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, anuncia em breve o lançamento do seu livro. Ataca o presidente da Câmara e o candidato à presidência na futura gestão, o deputado Baleia Rossi. O assunto de corrupção fica silencioso, afinal aí ele poderia falar de cátedra, já que ao lado de Geddel Vieira Lima e Michel Temer os três assaltaram os cofres públicos. 

Dilma dá risada

As manifestações do último final de semana pedindo impeachment de Bolsonaro foram comparadas àquelas de 2013 em relação à então presidente Dilma. Ela se reelegeu no ano seguinte no embalo dos programas sociais, como Bolsa Família, e na popularidade de Lula. Bolsonaro não tem nenhum nem outro. 

No “vale-tudo” pela presidência da Câmara, filho desmente mãe e ex-mulher volta a acusar um dos candidatos

Em Alagoas, o assunto é o desmentido que Arthur Filho deu às acusações da mãe contra o pai. Jullyene Lins, a ex-mulher, afirma: “Meus filhos passam por uma lavagem cerebral.” O filho Arthur diz que a mãe está extorquindo o pai, e a enteada confirma. Isso inclusive pesou  para que o candidato do presidente Jair Bolsonaro à presidência da Câmara não aceitasse o convite da CNN para entrevista em São Paulo, mas isso não vai parar por aí. Ainda vai rolar muita sujeira.

A eleição do Congresso passa pela volta do auxílio emergencial no orçamento

Em meio às eleições para os comandos das duas Casas do Legislativo, deputados e senadores se articulam para acelerar a votação do orçamento da União de 2021. A meta é garantir recursos para o pagamento do auxílio emergencial, suspenso em dezembro, por mais alguns meses devido ao recrudescimento da pandemia do novo coronavírus. 

Lira responde a Maia: impeachment só agora?

O deputado federal Arthur Lira afirmou que durante a sua gestão na presidência da Câmara, Rodrigo Maia não colocou em votação 73 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. A declaração de Lira vai repercutir hoje quando os parlamentares estão voltando à Brasília para eleição do dia 1º de fevereiro. Ontem, os melhores jornalistas de eleição no Congresso afirmam ser uma temeridade alguém afirmar ou antecipar quem será eleito ou eleita à presidência do Senado, ou à presidência da Câmara. Nenhum partido tem o comando de suas bancadas. A palavra traição é que está circulando com muita intensidade no Congresso Nacional.

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