De primeira: Michelle Bolsonaro foi a presença feminina de maior destaque na posse da dupla que assumiu o TSE

Este blog antecipou que Michelle Bolsonaro iria representar o marido na solenidade da posse do presidente do TSE, o ministro Nunes Marques, e de seu vice, o ministro André Mendonça. Foi recebida no tapete vermelho quando chegou ao evento, acompanhada pela governadora do DF, Celina Leão. O cerimonial a colocou ao lado da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Educadamente, as duas se cumprimentaram e permaneceram. A partir daí, Michelle começou a receber cumprimentos de senadores, deputados federais e até ministros. No final do evento, Alexandre de Moraes a cumprimentou e ela educadamente atendeu. Quem assistiu ao comportamento dela dizia já estar eleita senadora em Brasília — tem um futuro garantido na política nacional.

Lula não quer debate nacional e Jerônimo não quer debate na Bahia

Lula dificilmente irá a debates promovidos pelas emissoras de televisão com os demais candidatos. Na Bahia, Jerônimo Rodrigues também não quer ir a debates contra ACM Neto, que, por sinal, continua liderando as pesquisas com uma larga margem de vantagem.

A conta chegou

A conta do leilão multibilionário de energia realizado pelo Governo Federal chegou. Quem perdeu trabalha com os políticos para reabrir o certame. Já quem ganhou terá que pagar caro para manter o resultado.

Sem data center

Mal assessorado e pessimamente influenciado, Lula afastou de vez investidores globais de data centers que pretendiam investir no Brasil. Na era da inteligência artificial, Lula está condenando o Brasil a continuar sendo um grande importador de serviços de processamento de dados, a maioria deles sensíveis e estratégicos para o país.

Surreal

O desgoverno tem marcado a gestão de Lula em seu quarto mandato. Em algumas autarquias importantes, como a CVM e o Banco Central, cargos importantes de diretoria continuam aguardando a indicação do presidente, que nunca sai. No Rio de Janeiro, pela primeira vez em toda a história, o estado é governado pelo Judiciário. Em Brasília, decisões consolidadas do parlamento são questionadas e suspensas pelo Judiciário. Não é à toa que a grande maioria dos brasileiros não aguenta mais Lula e Janja no poder.

Desespero

O governo Lula entrou definitivamente no modo desespero. Lançou no mesmo dia um projeto de segurança pública com pompa e circunstância e outro de forma absolutamente improvisada, sem conhecimento sequer da imprensa, zerando a “taxa das blusinhas”.

Segurança pública I

A proposta aborda quatro eixos sabidamente conhecidos e, nesse tempo todo, não resolvidos. O bizarro é dizer que os domínios territoriais, daqui para frente, serão devolvidos para a população. Depois de três anos e meio de governo, resolver nos seis meses que faltam é um chiste. Discurso eleitoreiro, hipócrita e incompetente.

Segurança pública II

Mas a piada maior é a liberação de R$ 1 bilhão do Tesouro Nacional e R$ 9 bilhões que os estados deveriam tomar “emprestados”. Lembra a história do saudoso Mané Garrincha para o técnico Feola na Copa de 58: “Já falaram com os russos?”. Os russos, claro, são os governadores.

Segurança pública III

Só para se ter uma ideia do ridículo dessa proposta, gasta-se anualmente no sistema penal, como um todo, mais de R$ 1 trilhão. Não é um governo, é uma bagunça generalizada, irresponsável e inconsequente.

Taxa das blusinhas

É incompreensível, depois de todos os argumentos apresentados com veemência pelo ex-ministro Fernando Haddad, o anúncio do zeramento da alíquota de uma forma improvisada e patética. A justificativa não era de defesa da indústria nacional? Os chineses mais uma vez agradecem.

União Europeia

Além da “bobeada” da diplomacia brasileira, salta aos olhos a incompetência do Ministério da Agricultura, especialmente da área de sanidade animal. Se as atitudes fossem outras, não correríamos o risco de perder mais de 2 bilhões de dólares na comercialização da carne brasileira, referência mundial, por essa inépcia do governo do PT.

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