Como antecipado por este blog, o baiano Manoel Carlos de Almeida Neto assume interinamente o Ministério da Justiça com a saída de Ricardo Lewandowski. Filho de Isaac Albagli, o novo Ministro da Justiça vem de uma família tradicional de Ilhéus-BA. O pai Albagli é um renomado empresário e político, tendo atuado como braço direito de Jabes Ribeiro na política e no engrandecimento da cidade de Ilhéus.
Um baiano no Ministério da Justiça II
Trilhando os bons exemplos da família e do seu pai, Manoel Neto, apesar de jovem, tem larga experiência na vida pública e privada. Atuou no Supremo Tribunal Federal, na época assessorando Ricardo Lewandowski, e advogou na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) por muitos anos, onde, além da sua competência técnica, é extremamente habilidoso no trato com as pessoas.
E os direitos humanos?
Os crimes do governo brasileiro contra o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão têm repercutido mundialmente e deverão render condenações para Lula em breve. A perseguição de Lula a opositores e o veto à lei que poderia tentar unificar o país tornam seu regime cada vez mais parecido com o chavismo de Maduro. Mais do que condenações em tribunais internacionais, os atos de Lula são a justificativa perfeita que os norte-americanos precisam para entrar para valer nas eleições brasileiras deste ano, visando eliminar a esquerda do poder no Brasil.
Anistia ganha força
Após o veto presidencial à dosimetria, a anistia total aos condenados de 8 de janeiro ganhou tração. O senador Esperidião Amin, relator da lei vetada, mesmo durante o recesso, já recebeu o apoio de cinquenta senadores para relatar um projeto mais amplo, incorporando a influência norte-americana no mundo e especialmente na América Latina após a queda do ditador Nicolás Maduro, aliado histórico de Lula e do PT.
Na condicional
A suspensão da Magnitsky a figuras ilustres brasileiras está com os dias contados. Com Lula oscilando muito após a prisão de Maduro, está ficando difícil para o petista honrar o acordo com o governo norte-americano.
SOS Cuba?
Com a queda de Maduro, as tensões em Cuba aumentam a cada dia. Cerca de quarenta mil médicos cubanos estão desesperados, pois não sabem até quando permanecerão em território venezuelano. O serviço dos médicos cubanos era pago pelos venezuelanos com petróleo. Sob a nova gestão, com influência americana, o contrato já é alvo de críticos do secretário de governo norte-americano Marco Rubio, que é filho de pais cubanos. Durante a semana passada, Rubio aumentou o tom de suas declarações e críticas contra o regime que condenou milhões de cubanos à miséria. Junto com Trump, eles já convocaram milhões de cubanos que residem nos Estados Unidos para participarem da reconstrução do país após a queda do atual regime. Com Moscou em guerra com a Ucrânia, uma eventual interferência russa na região é cada dia mais remota.
Falência brasileira
O caso Master revelou a falência completa das instituições brasileiras. Após o Banco Central afrouxar regras de acesso ao mercado, grandes instituições nasceram e prosperaram em cima de contas correntes, sem controle ou supervisão, turbinadas pela lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. A maior delas é a Nu, que recentemente teve que alterar seu nome pois nem banco é. A operação Carbono Oculto revelou em detalhes apenas parte das dezenas de bilhões de reais que circularam livremente em contas-bolsão para lavagem de dinheiro do crime organizado, sem registro no COAF e qualquer impedimento do Banco Central. Fintechs reguladas pelo Banco Central, como a BMP, movimentaram dezenas de bilhões de bets, com a anuência e supervisão do regulador, e lucraram centenas de milhões. Para fechar, bancos pequenos e grandes passaram a carregar em seus balanços fundos com ativos com marcações duvidosas para inflar seu capital, com a anuência do Banco Central e da CVM. Sucateado e sem estrutura para fiscalizar como deveria os principais e extremamente sofisticados agentes de mercado, só restou ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pedir ajuda a Lula, Sidônio e Isaac Sidney para defender uma instituição que nada se assemelha atualmente com seu passado glorioso. A falência do Banco Central é mais um indício claro da falência do Brasil.
Cilia Flores pode pegar prisão perpétua nos Estados Unidos
O volume de provas contra o casal já começa a assustar a justiça norte-americana. O casal é acusado de prender, torturar e matar adversários políticos. Não há a menor chance de o casal não ser condenado com penas duríssimas. No mês de março, o casal comparece mais uma vez em frente à justiça norte-americana, e o volume de testemunhas contra eles é impressionante.
Líder da oposição e Prêmio Nobel da Paz e vários presidentes sul-americanos fazem fila para falar com Trump
Esta semana, a líder da oposição na Venezuela e Prêmio Nobel da Paz, María Corino, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e ainda outros líderes sul-americanos pediram audiência ao presidente norte-americano. Como se vê, Trump é hoje o “líder” da América do Sul.
A Espanha quer comandar a pacificação na Venezuela
O premier espanhol está conduzindo paralelamente este processo, já que o último presidente eleito que foi empossado está foragido do país, além de outros líderes que estão morando na Espanha. Com isso, todas as atenções estão voltadas, agora, para a Espanha, na Europa, e para os Estados Unidos, na América do Norte.
União Brasil na Bahia tem chapa para sucessão estadual
Depois que o ex-ministro João Roma promoveu o encontro do ex-prefeito ACM Neto com o senador do PL Flávio Bolsonaro, candidato à sucessão presidencial, os reflexos poderão ser sentidos na sucessão da Bahia, principalmente na chapa de ACM Neto, que é o favorito. Ele teria, na dupla do Senado, João Roma, do PL, e Angelo Coronel, do PSD. Neste último final de semana, o assunto foi ventilado pelos três partidos: União Brasil, PL e PSD.
Rui Costa é o “guerreiro” do governo Lula
O baiano Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, é apontado em Brasília pelo Congresso Nacional e pelo próprio ministério como o “guerreiro” do governo Lula. Responsável pela saída do ministro da Justiça, que agora briga com a transparência internacional. Como se vê, o velho ditado sobre Rui está prevalecendo: ele é um bom gestor e um péssimo político.