R$ 12 bilhões, Moraes chamado de genocida, e Dino, Gilmar Mendes e Toffoli de bandidos

Esses foram alguns dos preços pagos na sabatina de Jorge Messias para o STF. Jamais se viu uma sessão da CCJ do Senado com um nível tão baixo e tão cruel. O preço pago desmoraliza o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Mas foi sempre assim.

As tropas de choque

Pelo lado do governo: o presidente da CCJ, Otto Alencar; o líder do partido, Jaques Wagner; Jader Barbalho e o filho, que era ministro das Cidades; Renan Calheiros e o filho, que era ministro dos Transportes; e Camilo Santana, ex-ministro da Educação. Enfim, foi uma troca de chumbo jamais vista, que vai ficar nos Anais do Congresso Nacional.

Apostas em Brasília

Em uma roda de políticos em Brasília nesta semana, apostava-se uma passagem de ida e volta a Nova York com estadia paga para quem soubesse de cor os nomes de três ministros do atual governo. A resposta de um deles: “Isso é mais difícil que ganhar na Mega-Sena!”. Sem falar que são quarenta ministros, imagine o padrão do time.

Pesquisas

Os números das últimas pesquisas — especialmente no segmento jovem, em que Lula atinge 73% de rejeição — estão tirando o sono dos “estrategistas” do PT. O efeito é catastrófico.

Sem ajuda federal

Sem recursos suficientes para capitalizar seu banco e sem apoio do governo federal, a governadora do DF já trabalha com a hipótese de uma intervenção no BRB. Vale lembrar que, até hoje, o BRB ainda não publicou o balanço de 2025. O prazo terminou há exatamente um mês.

Travado no FGC

A compra de mais um banco problemático pelo BTG está travada no FGC. Uma das condições do BTG para levar o banco de Edir Macedo era um financiamento multibilionário do fundo garantidor.

Apoio decisivo

Líderes nas pesquisas, nem Lula nem Flávio Bolsonaro conquistaram o apoio de lideranças do agronegócio. Pelo menos por enquanto, a preferência das principais lideranças do setor é pela terceira via.

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