O que o embaixador de Israel fez ontem na ONU estarreceu a todos os demais países. Logo após o secretário-geral da ONU, António Guterres, fazer pronunciamento afirmando que os palestinos têm direito a um estado, que as agressões de parte a parte merecem repúdio mundial, o embaixador de Israel, numa agressão pessoal, afirmou “o senhor deve renunciar ao cargo, nós não o respeitamos mais”. Houve um silêncio reprovador, sobretudo pelas agressões que o embaixador judeu fez à maior autoridade da ONU.
José Múcio e Jaques Wagner são os dois moderadores da PEC dos militares
Eles já articularam para adiar a recriação da Comissão de Mortos e Desaparecidos. Também as políticas que prejudicam os militares. Wagner e José Múcio são os dois bombeiros. Wagner, como líder do governo no Senado e ex-ministro da Defesa, e José Múcio, como um político experiente e ministro da Defesa extremamente hábil, vêm atuando, mas nenhum dos dois afasta as punições para os militares que conspiravam contra a democracia do Brasil.
O silêncio da família Bolsonaro sobre os terroristas milicianos
Ontem, em Brasília, o assunto era o silêncio da família Bolsonaro sobre o clima provocado pelos milicianos destruindo 35 ônibus, com prejuízos até agora de R$35 milhões. Todos sabem das ligações da família de Bolsonaro com os milicianos, mas é lamentável que no principal reduto deles para as eleições, eles vão ter dificuldades, se não forem presos antes.
Nove bilhões para precatórios da educação
O governo federal negocia com estados e municípios o pagamento de precatórios da área de educação relativos a repasses feitos do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino no país. Serão aplicados R$9 bilhões e, até agora, o Rio Grande do Norte já recebeu quase R$900 milhões e o Ceará, R$600 milhões. Bahia, Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco e Sergipe ainda não, porque não fizeram acordo.
Dados assustadores da economia do Brasil
A Confederação Nacional da Indústria afirma que mais da metade da população brasileira está endividada. São 56%. Só um milagre salva esses devedores.
Quebra-galho?
Quem quebra galho é “macaco gordo”. O apoio do PT ao candidato peronista à presidência da Argentina, Sergio Massa, se deu também no marketing político. Por indicação do partido de Lula, os baianos Sidônio Palmeira e Chico Kertesz colaboraram na campanha do hermano. Sócios em uma produtora que faturou milhões na campanha do presidente petista, a dupla comandou ações que associavam o libertário Javier Milei a Bolsonaro, derrotado no ano passado. Vaidoso, Kertesz postou peças realizadas por eles em seu X (antigo Twitter). O cachê de milhões da dupla com certeza não foi pago em pesos. Massa soltou “la plata” em verdinhas. O macaco é gordo.
Filho de Bolsonaro é expulso de programa na Argentina
Ao defender a liberação de armas para a população portenha, em um programa de televisão, o deputado federal Eduardo Bolsonaro teve sua entrevista interrompida e ainda sofreu críticas dos apresentadores, afirmando que ele era filho do candidato derrotado nas últimas eleições, Jair Bolsonaro. Foi um vexame incrível.
Veto a ser derrubado
O presidente Lula vai sofrer uma nova derrota acachapante no Congresso Nacional. Seu veto ao Marco Temporal vai ser derrubado. Não adiantou os “colunistas amestrados”, como diria o saudoso jornalista Hélio Fernandes, tentarem escamotear a verdade, apelando ao eufemismo do veto parcial. A decisão presidencial foi cirúrgica, no cerne da questão. Derrubou a promulgação da Constituição Federal como parâmetro para a demarcação das terras indígenas. Não vale mais estar ocupando a terra até 5 de outubro de 1988 para tê-la demarcada. Do jeito de Lula, o subjetivismo volta a valer na interpretação dos casos e a insegurança volta a grassar. O Congresso não tem saída. Vai derrubar o veto.
Virada de Casaca: Jerônimo Rodrigues alinha-se ao Prefeito de Porto Seguro, Ignorando Antigas Rivalidades e Desgastando sua Base
O prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, está claramente tentando reformular sua imagem política. Depois de uma pesquisa recente apontar para o desgaste de sua administração e uma crescente popularidade da deputada estadual Cláudia Oliveira, do PSD e aliada do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Natal surpreendeu a todos ao elogiar publicamente o governador durante sua visita à cidade, que acolheu a manifestação com graciosidade. O movimento causa estranhamento e mal-estar, principalmente por Jânio Natal ter sido um adversário ferrenho do PT e ter apoiado a reeleição de Jair Bolsonaro em 2022. Essa aproximação não só confunde, mas também coloca em cheque a consistência da base do governo na região. Longe de ser um sinal de maturidade política, coloca em xeque a credibilidade do governador, que parece disposto a aceitar alianças volúveis em detrimento de princípios partidários e ideológicos consistentes.
Genro de um dos diretores da OAS pode ir para o Banco Central
Casado com uma das filhas de Carlos Laranjeiras, ex-OAS, o nome dela é Manuela, Marcelo Kayath poderá ocupar, a partir de 1º de janeiro, a diretoria internacional do Banco Central.
Kayath se destacou como um dos melhores violonistas do Brasil
Filho de uma artista carioca envolvida no mundo das artes, Marcelo chegou a ser apontado como um dos melhores violonistas do Brasil. Marcelo nasceu no Pará, mas se mudou para o Rio de Janeiro ainda bebê, onde começou a estudar violão aos 13 anos. Ganhou muitos prêmios como violonista e, nos anos 1990, interrompeu sua carreira musical para ingressar no mercado financeiro. Foi diretor do Credit Suisse e até hoje é dono de uma empresa. A sua mulher também, Manuela, é sócia do pai, Carlos Laranjeira, que tem outra empresa financeira.
Escândalo em Cena: Reeleições Sucessivas de Stela Souza no Cosems Bahia Levantam Suspeitas e Deixam Municípios à Deriva
O ambiente político na saúde pública da Bahia está saturado de controvérsias com a recente quarta reeleição de Stela Souza, presidente do Cosems Bahia, para o biênio 2023-2025. Enquanto ela e sua família desfrutam de favores dos governos, o que realmente está por trás deste interesse em manter a posição de liderança? Recentes municípios sob sua jurisdição, como Eunápolis, Itaparica, Madre de Deus e Cabaceiras de Paraguaçu, permanecem abandonados, vítimas de uma liderança mais preocupada com a política do que com a saúde pública eficaz. Quem ganha com essa continuidade? Já está na hora de o Ministério Público investigar o rastro deixado pelas gestões de Stela Souza, questionar o que realmente motiva essas reeleições incessantes e exigir transparência e eficácia nos cuidados com a saúde dos cidadãos baianos.